Domingo, Maio 31, 2009

A AIGA é agora uma associação



Saudações Primaveris!

A AIGA é agora uma associação ! Somos a AIGA Lusa: Associação Internacional de Germinação Artistica Lusa.

Como tornar-se membro da AIGA:
Pode tornar-se sócio da AIGA contactando-nos, e mediante o pagamento de uma quotização de 15€ anuais.

Teremos muita alegria em que se junte a nós!

Contacte-nos para informações, associar-se ou receber a newsletter mensal:
aiga.lusa@gmail.com
Raphaella : 96 610 92 74

INSPIRAR, CURAR, NUTRIR Calendario AiGA e Casa Semente



RETIROS:
-Canto de Al Mah: Bailando la luna
Flamenco, Rosário Peinado
Voz e dança Oriental, Helena Madeira
Retiro na natureza em Sevilha.
11, 12, 13 e 14 de Junho.

ESPECTACULOS:

Julho: Dois espectáculos no teatro da Malaposta !

A tenda vermelha

Dia 3 de Julho às 21h30, 10€
Coreografia : Íris
Cenografia : Teresa Freitas
Com Cristina Coelho, Vera Mateus, Catarina Parrot e Cláudia Sequeira.

Saudação ao sol, celebração do solstício de verão

Íris e Alunas
Sábado dia 4 de Julho às 16h00 e às 21h30, 5€
Domingo dia 5 de Julho às 16h00, 5€.

Informe-se!
Desça o cursor e leia o restante blog e respectivas publicações para informações detalhadas!


AULAS REGULARES NA CASA SEMENTE, LISBOA:
- ÍRIS lecciona:

Aulas de manhã e hora de almoço:
Dança Oriental Nível Iniciado:
Segundas e quartas 13h00/14h00

Aulas de tarde e fim de tarde:

Hatha Yoga:
segundas e quartas 17h00/18h00
Dança Oriental Fusão Cigana/Balkans
Segundas e quartas 18h00/19h00
Dança Oriental nível Avançado turma I
Segundas e Quartas: 19h00/20h00
Dança Oriental nível Intermédio
Segundas e Quartas: 20h00/21h00
Dança Oriental nível Avançado turma II
Segundas e Quartas: 21h00/22h00
Aulas particulares e a pequenos grupos, Informe-se!


Helena Madeira lecciona:

Dança Oriental Iniciação: terças e quintas das 20h às 21h30

Peter Littlejohn Cook lecciona:
Todas as Sextas, aulas e sessões de meditação
tertúlias e projecção de filmes/documentários sobre os seguintes temas
cultura da liberdade; autoconhecimento radical; saúde; educação; sociedade e politica; historia, filosofia e pratica de yoga; ensinamentos espirituais, desenvolvimento pessoal e não-dualismo (Advaita)
Ensinamentos de libertaçao

Possibilidade de marcação de consultas e aulas individuais.

Chetna lecciona:
Movimento Chi: segundas e quartas 8h00 às 9h30

Maya lecciona:
Yoga-Flamenco: terças e quintas 13h00 às 14h30

Nuno Sousa lecciona:

Chi Kung para a 3 idade: segundas e quartas 9h30 às 10h30

ATELIERS:
Escrita CRIATIVA PARA Crianças
Ateliers com Ana Leonor Tenreiro
Casa semente (Alvalade, Lisboa)
Todos os sábados de Junho : 6, 13, 20 e 27.
Das 15h30 às 17h00


FORMAçÃO INTENSIVA:

Formação Intensiva de Chavutti Thirumal
Orientada por Maya

Casa Semente (Alvalade, Lisboa)
Junho : 16, 18, 20, 21, 23, 25, 27, 28, 30 Junho : 2
Das 10h00 às 13h00


CONSULTE: www.casa-semente.blogspot.com



DANÇA ORIENTAL COM IRIS:

-Algés, no CDO
Nível Iniciado terças e quintas 19h00/20h15
Nível Intermédio terças e quintas 20h15/21h30
- Academia Danceart, Sintra
Dança Oriental nível Intermédio 19h00 às 20h30


A PARTIR DE SETEMBRO:

- Depois do Verão, para um recomeço pleno e luminoso:
temos o privilégio de receber Astrid Brink, vinda do chile para dois retiros magnificos
O caminho do sagrado feminino,
Dias 4, 5 e 6 de setembro
um convite para homens e mulheres explorarem e experimentarem a plenitude de ser humano, integrando todas as suas facetas duais
www.astridbrinck.blogspot.com
O bater sagrado do coração
Dias 11, 12 e 13 de setembro
Um retiro para aprender a construir os nosso proprios tambores shamanicos de meditação, ritual e cura, retiro para mulheres !
www.latidosagrado.blogspot.com

- As aulas regulares continuarão na Casa Semente!

- E outras experiências transformadoras e luminosas a partir do Outono !!


CONTACTE-NOS!
aiga.lusa@gmail.com
Raphaella : 96 610 92 74
Iris: 96 514 39 73 iris.aiga@sapo.pt

A TENDA VERMELHA: Dançando o feminino Nómada



Espectaculo de Iris
Dia 3 de Julho, 21h30
Centro Cultural da Malaposta
Espectáculo de Dança Oriental, Danças de expressão Cigana e danças do Mundo


Este espectáculo é um convite a entrar na Tenda e seguir viagem.
A Tenda Vermelha é uma homenagem ao espírito nómada das sábias viajantes: das Tuaregs, Berberes, Beduinas e tribos nomadas dos desertos do Medio Oriente, dos povos ciganos que espalharam tradições musicais e de dança por toda a parte. Uma homenagem a todos aqueles que vivem sob um telhado ligeiro, que cantam, que contam, que dançam, que sonham e, no seu silêncio e invisibilidade, nos permitem beber deles tanta inspiração. É uma homenagem à seiva das árvores, ao sangue dos animais, ao fluxo das águas e dos ventos, à Liberdade impetuosa que nos invade! Às bailarinas curandeiras que os séculos esqueceram na passagem mas que iluminam o espírito ancestral dos nossos corpos. Às parteiras que deram, dão e darão as suas mãos num auxílio á maternidade. À sempre cambiante experiência de ser Mulher, de ter o ritmo da Lua e das marés no sangue. Unindo todos os tempos e culturas num rito feminino, cíclico e fértil como as estações, celebrando o nosso elo indelével com todas as coisas, uma dança com a vida, a morte, a regeneração e a constante e mistica recriação de cada instante!

Direcção artística, coreografia, guarda-roupa: Iris
Espectáculo com : Catarina Parrot, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho e Vera Mateus
Cenografia: Teresa Freitas
Produção: AIGA Associação Internacional de Germinação Artistica

A Tenda Vermelha era o espaço onde as mulheres pré-árabes viviam os seus ciclos femininos. Esta tenda era exclusivamente feminina, sendo o local para o qual as mulheres se retiravam do mundo exterior nos momentos de menarca (quando a Lua lhes estava no sangue), aqui davam à luz os seus filhos, aqui passavam pela menopausa. Na tenda Vermelha eram preparados os remédios para a tribo, aqui cuidavam umas das outras, partilhando cuidados essenciais e de beleza, histórias e experiências. Aqui discutiam acerca da educação dos filhos, vivendo em conjunto rituais, alegrias, mágoas e preces. Aqui cresciam, transformando-se, envelhecendo, experimentando o sagrado feminino. Eventualmente, a tenda vermelha deu lugar ao Hamam, onde as mulheres do Médio Oriente, de todas as idades e condições sociais, ainda partilham as suas vidas e intimidade. A Tenda Vermelha remete, assim, para a vivência tribal do feminino, e também para o nomadismo, as tribos viajantes do Sahara, os povos ciganos em constante migração, transformando a tenda em caravana. Evocando de igual modo as tradições de origem nómada, tornadas sedentárias, e estabelecendo pontes entre tradições: o Fado Lusitano e os cantos tradicionais do Magreb, por exemplo.
Viajando e recriando o feminino nómada, inspirando-nos nas culturas do Médio Oriente, em toda a sua diversidade (Norte de África, Marrocos, Egipto, Turquia), e das expressões que os povos ciganos trouxeram até à Europa (Balcãs, Espanha, Europa de Leste). Do folclore secular, às danças tribais berberes, dos camponeses do Egipto, ao giro Sufi da Turquia, das místicas danças de Espada, aos véus, e dos véus aos xailes ciganos, às flores exultantes dos Balcãs, e ao Flamenco – Árabe, da Dança clássica Oriental, a fusões criativas de expressão contemporânea.

Bilhetes:
Tenda Vermelha: 10€

Informações/ reservas:
Teatro da Malaposta, bilheteira
21 938 31 00
info@malaposta.pt aiga.lusa@gmail.com
www.malaposta.pt


Onde?

- Centro Cultural da Malaposta Rua Angola 2620-492 Olival Basto
- Metro Sr Roubado, Linha Amarela

Produção: AiGA
Apoios:
- Casa Semente www.casa-semente.blogspot.com
- Dancing Zion
- Agape www.grandeaventura.pt

Foto: Rita Magalhães

Saudação ao Sol Celebrando o Solsticio de Verão: o apogeu do Sol no Teatro da Malaposta



Apresentações dias 4 e 5 de Julho no Centro Cultural da Malaposta

ÍRIS E ALUNAS
Participações especiais: Baltazar Molina (percussão), Helena Madeira e alunas


Nesta fase do ano era celebrado o Solstício de Verão, segundo os ritos pagãos das mitologias tribais ancestrais. Este Solstício representa, simultâneamente, o apogeu da força Solar (com o dia mais longo do ciclo anual), e também o inicio da fase nocturna do ano. Representa a plenitude da Luz, à qual se segue um natural despojamento, o recolhimento na sombra para que de novo seja possível brilhar com Luz renovada, no Solstício de Inverno
Esta celebração é dedicada a Isis e Nephtys, as Deusas gémeas do antigo Egipto que representam a Luz e a escuridão, o lado Solar e o lado Lunar, respectivamente, simbolizando a harmonização e o valor profundo de ambas as facetas em cada um de nos.
Sessenta mulheres únicas partilham em palco a sua experiência de vida sob a forma de dança. Transformado em Arte a expressão plena e individual de si, partilhando, partilhando-se. Uma criação que resulta de um semestre de trabalho intensivo, encontrando nas danças tradicionais e rituais do médio Oriente e danças de inspiração cigana um ponto de partida para criar, recriando-se. Redescobrindo a sua expressão pessoal, transformando emoção e vivência em movimento.
Esta celebração não é um espectáculo, é uma experiência, abramos então nossos seres para que a dança celebre a nossa Luz! Para que a nossa noite e o nosso dia celebrem, dançando! E que esta Luz sob a simples forma de Amor, compaixão e verdade possa irradiar de nós como o Sol da aurora a cada manhã!
«A nossa vida deve chegar aos outros. O nosso bem, a nossa bênção, o nosso êxtase não devem ficar contidos dentro de nós como uma semente. Devem abrir como uma flor e espalhar a sua fragrância a todos, e desfrutar ao Sol - não apenas para com os amigos, mas também para com os estranhos. Isto é a verdadeira compaixão, este é o verdadeiro Amor: partilhar a nossa Luz, partilhar a nossa dança interior.» OSHO

Iris: direcção artistica
Produção: AIGA Lusa Associação Internacional de Germinação Artistica Lusa


Bilhetes:

Saudação ao Sol: 5€

Sessões:
4 de Julho, sabado 16h00 e 21h30
5 de Julho, domingo 16h00

Informações/ reservas:
Teatro da Malaposta, bilheteira
21 938 31 00
info@malaposta.pt aiga.lusa@gmail.com
www.malaposta.pt

Onde?
- Centro Cultural da Malaposta Rua Angola 2620-492 Olival Basto
- Metro Sr Roubado, Linha Amarela
Produção: AiGA

Apoios:
- Casa Semente www.casa-semente.blogspot.com
- Dancing Zion www.dancingzion.blogspot.com
- Agape www.grandeaventura.pt
- Dance’art www.danceart.pt
- Centro de Dança de Oeiras www.cdo.com.pt

Canto de Al Mah Dançando a Lua Retiro na Natureza, Sevilha, Espanha



11 a 14 de Junho
Flamenco, Rosário Peinado
Voz e Dança Oriental, Helena Madeira


Programa:
chegada: 5ªfeira ao fim do dia, 20h00 (para jantar)
Partida: domingo,por volta das 16h00
Preço: Retiro (con alimentação completa): 210€
Estadia: Tenda - 20€ Cama no chão - 28€ Cama normal - 40€
Grupos de 5 pessoas: 10% de desconto
Reserva obrigatória até 1 de junho,
Após esta data há um acréscimo de 10%.
Vagas limitadas!

Local: Sevilha
calle camino de las huertas. Gelves (Sevilha), a 7 Km. de Sevilha
Contacte-nos para obter o mapa com a localização exacta

Informações/ Inscrições:
Espanha: Rosário: 630 820 504 954 561 529 rosariopeinado@hotmail.com
Portugal: Helena Madeira: 00351 934012829 Helenamadeira100@gmail.com
www.myspace.com/helenasofiamadeira

Al Mah é uma antiga deusa da Lua da pré-Lusitânia e Ibéria, de origem Árabe. O seu significa Fonte, e está na origem da palavra Alma, assim como a Lua está na origem da essência feminina. Partindo da Lua, das suas quatro fases e do simbolismo arquétipo destas fases na vida da mulher, exploraremos os cantos e recantos da Alma feminina. Descobriremos a respiração, o corpo, a pele, a voz, a memória e a criatividade. Reencontrando o sagrado feminino dentro de nós, evocando cantos e contos, celebrando a Liberdade, a emoção, buscando dentro de nós as raízes da Lua e transformando em dança e espaço e luz a nossa vivência.
Cada dia trabalharemos uma fase da Lua, explorando três técnicas específicas: Flamenco, Dança Oriental, O meu corpo é Voz, entrecruzando meditação, expressão criativa e improvisação nesta viagem, bem como a fusão destas três formas de expressão artística.


Flamenco

Por um lado, é um trabalho onde se combinam os elementos que remetem para o mais interior e genuíno do ser humano e por outro, que conduz ao despertar e aperfeiçoamento das suas capacidades mais intrínsecas.
O resultado é um movimento puro e sensual, completo, surpreendente e inovador.
Fogo, terra, ar, água, dancem nun círculo eterno de palavras, frases, sentimentos e emoções.

Dança Oriental
Este workshop propõe a exploração do potencial expressivo do Corpo através das técnicas de Dança Oriental, da Emoção e da Sensação.
Partiremos de exercícios básicos de postura, respiração, consciência corporal e flexibilidade. Será dada a técnica básica da Dança que nos permita sentir cada parte do corpo e coordenar com o todo.
Através da Dança ser-nos-à dado a conhecer a história de vários povos e de diferentes culturas.
Daremos ênfase e expressão a cada parte do corpo através de movimentos suaves e ondulatórios, tão característicos à Dança Oriental. Uma abordagem diferente à feminilidade.
Progressivamente chegaremos ao todo espiritual, à noção de “eixo” e equilibrio.
O chão enquanto Raíz. A establidade e a plena relação da Música com o Corpo.
Por ser de nível Iniciado, este workshop não requer conhecimentos prévios de Dança.

Voz
Encontro entre a consciência corporal, a meditação, a respiração e a voz. O conhecimento da Voz como um instrumento orgânico integrando apesquisa da anatomia e do funcionamento do corpo, através de exercícios que permitam consciencializar, mas sobretudo sentir este instrumento.A Voz do Corpo destina-se a quem queira escutar o corpo e quem, através dele, se queira exprimir e não a quem queira aprender a cantar. A expressão vocal livre, sensorial nasce naturalmente de um processo centrado na respiração e no respeito do corpo.

Consulte também:
www.myspace.com/helenasofiamadeira
http://www.lunaflamenca.es/

** Encontro com o Ser Feminino Sagrado ** Retiro shamânico, com a Medicine Woman da tradição Mapuche Luzclara, oriunda dos Andes do Chile.



O ENCONTRO COM O NOSSO SER SAGRADO
COM LUZCLARA
Retiro shamanico,
Na quinta dos milagres
22, 23, 24 de MAIO


Vamos reunir-nos para honrar a nossa feminilidade sagrada, num retiro de um fim de semana que nos levara às profundezas do mistério feminino.
Utilizando técnicas de cura e crescimento interior ancestrais, percorrendo as quatro etapas da mulher (menina, jovem, mãe e menopausa).
Serão trabalhados os ritos de passagem e o trabalho espiritual com a menstruação e menopausa.

Iremos também encontrar-nos com o nosso poder feminino e organizar a mente para criar a realidade em que vivemos.
Faremos ritos da tradição indígena Mapuche (Andes chilenos) como o “Machitun”, o circulo de cura da “Machi” (Shaman Mapuche), temezcalli (banhos de vapor), caminhada de poder, cerimonias de limpeza com o fogo.
Através de viagens, cerimonias, tambores, danças, movimento e partilha, curaremos nossos corpos e almas, transportando-nos a um novo nível de cura e visão colectiva.

Temos o imenso privilégio de ter Luzclara como guia neste retiro.

Luzclara é uma medicine woman do Chile, avo, líder espiritual, bailarina ritual e curandeira shamanica. Dedica a sua vida há mais de 25 anos ao despertar das energias femininas sagradas do planeta usando antigos métodos de ritual e magia. Foi iniciada em varias tradições indígenas e na tradição Shamanica Mapuche do Sul do Chile, onde as mulheres são as Shamans.

Viaja constantemente, levando as tradições sagradas a diversas partes do mundo.
Desenvolveu uma profunda compreensão da luta da mulher contemporânea urbana, e é com a sua sabedoria, alegria e poder que cria uma ponte para que todas as mulheres se conectem com a Terra Mãe e com os povos que a honram.

Um extraordinário retiro de poder pessoal e colectivo, onde pela criaremos rituais de grupo “Machitun”, a cura das “Machis”. O circulo que nos conecta com a nossa purificadora Mãe Terra e com o Grande Espírito, inspirando-nos no transe pessoal e colectivo, ao som de tambores sagrados, cânticos e danças rituais.

SOBRE LUZCLARA
Consulte :

http://www.luzclara.com

Material necessário :
Roupa simples e confortável, meias quentinhas.
Saco-cama, mantinhas, toalha.
Toalha ou pareo (fato de banho se quiserem) para o tamascal (banho de vapor), uma roupa para cerimonia (saia, um top e se quiserem objetos especiais ), e mais aquilo, penas, pintura, matérias da natureza para fazer decorações rituais.

Condições:

22, 23, 24 de Maio : sexta a domingo

Programa:
Chegada: sexta ao fim do dia, 20h00 (para jantar)
Partida: domingo, a partir das 17h00

Valor:
Retiro (alimentação vegetariana completa incluída):
Membros da Aiga e grupos de 5 pessoas 150€
participantes exteriores 180€
(consulte no fim os nossos preços especiais para quem frequente os dois retiros)

Estadia:
Sala, camarata (colchão no chão): 15€
Quarto (até 4 pessoas) : 20€/30€ (colchão ou cama)
Tenda milagrosa : 15€
Tenda própria : 5€

Possibilidade de parcelar o pagamento em fracções a definir, contacte-nos !

Reserva obrigatória até dia 25 Abril, mediante sinalização obrigatória de 50€ (não reembolsável em caso de desistência), dedutíveis do valor total do retiro.
Vagas limitadas!

Local:
Quinta dos milagres. Perto de Lagos.
(solicite-nos por mail o mapa para chegar,
Consulte-nos acerca da possibilidade de partilhar transporte)

Informações/ Inscrições:
Raphaella: 96 610 92 74 aiga.lusa@gmail.com


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Resumo dos preços dos retiros (sem estadia) :
**Pele da alma Só :
Membro da Aiga ou grupo de 5 pessoas : 110 €
Participantes exteriores : 130€

**Encontrar o seu feminino sagrado Só :
Membro da Aiga ou grupo de 5 pessoas : 150€
Participantes exteriores : 180€

** Os dois retiros :
Membro da Aiga ou grupo de 5 pessoas : 250€
Participantes exteriores : 300€

** Pele da Alma ** Beltane e o sagrado Fogo criativo (Criatividade, Sexualidade, Fertilidade)



Pele da Alma
Iris e Helena Madeira
Eco-Retiro na Natureza
Ferreira do Zêzere
1, 2 e 3 Maio

Criatividade,Sexualidade, Fertilidade

Yoga, Dança Oriental, A voz do Corpo,
Dança Afro, Contemporânea,Taças Tibetanas, Meditação e visualização criativa,
Dança Orgânica, Contos da Alma, Circulos de Cura e partilha em torno da Fogueira



Nesta fase do ano, celebra-se no ciclo anual céltico e gaélico o festival da Fertilidade Beltane.
Beltane era celebrado com grandes fogueiras, evocando a força Solar, a força criativa do Sol, que faz despontar as sementes da Terra, transformar as flores em fruto, a força da Sexualidade que transforma o corpo e o espirito pelo Amor, estimulando a criatividade em todos os aspectos da vida, a força da Luz iluminando a consciência trazendo plenitude, clareza de espirito, abundância e paz.
A criatividade é a força motriz do Ser, podemos criar-nos e recriar-nos continuamente, tendo por matéria base o que somos e vivemos, e assim, podemos recriar também tudo o que são as nossas vidas. Entrando em paz com o corpo, harmonizando a nossa relação com a Mãe Terra e o Pai Céu, integrando ambos em nos, a abundância fértil e a consciência. Este é um período favorável ao reencontro de si mesma. Da sua pele original, a essência da Alma, a possibilidade de renascer como as sementes, e abrir-se, florescendo como as flores da Primavera.
Neste Retiro trabalharemos a aceitação e integração harmoniosa de tudo o que somos, reconhecendo o nosso potencial criativo e sensual inato, e utilizando todos os aspectos de nos e das nossas vidas como matéria prima daquilo que queremos recriar, transformar, ser e viver. Transformando condicionamentos em liberdade, espaços estéreis em verdejantes bosques da Alma.
Este é um retiro vivencial, de experiência e partilha para Mulheres, as Mães, Irmãs, Amantes e Sabias desta
Terra Mãe da qual somos filhas.

As Técnicas:
Acreditando que somos um todo, neste retiro passamos por diversas técnicas que nos permitem contactar e conectar o corpo, mente e espirito, da sensação à emoção, da emoção à expressão, da expressão à criação.
Trabalharemos os chackras, centros energéticos, por meio de uma pratica diaria de Yoga : Ao acordar, respiraremos activando os centros nervosos, as células, a consciência e a concentração, recuperando uma postura e bio-dinamismo mais saudáveis. De encontro às fontes naturais de energia e prazer pela sensação, consciência contemplativa e fluidez. Transformar a percepção de dor e esforço, compreendendo a sensação de forma a integra-la dentro dos nossos limites e possibilidades sem a julgar e sem que nos condicione.Compreender a natureza do corpo de cada uma de nós, seus limites e bloqueios, visando superar as dificuldades e ir mais longe no que o gesto permite; através de exercícios e posturas de flexibilidade, força, equilíbrio e movimento. Trabalharemos técnicas de Pranayama (respiração consciente), meditação activa (giro de inspiração Sufi, exercícios de movimento e confiança, despertar da sensação intuitiva),
Utilizaremos aVoz do Corpo: “As canções são pensamentos cantados pela respiração quando as pessoas são movidas por grandes forças para as quais já não basta a fala comum.” Orpingalik, xamã e poeta do povo Inuit de Netsilingmiu, 1923. Encontro entre a consciência corporal, a meditação, a respiração e a voz. A Voz do Corpo destina-se a quem queira escutar o corpo e quem, através dele, se queira exprimir e não a quem queira aprender a cantar. A expressão vocal livre, sensorial nasce naturalmente de um processo centrado na respiração e no respeito do corpo.
Dançaremos, recorrendo a movimento espontâneo, exercicios de dança Oriental, Afro e contemporânea, integrando visualizações criativas e meditações dinâmicas no nosso movimento. Faremos viagens de som com voz e taças tibetanas, trabalhando a vibração interna do som e do silêncio. Celebraremos simples rituais de origem pagã: semear, formular intenções, partilhar em circulo em torno do Fogo.
A alimentação é vegetariana, utilizando os produtos que a Terra nos oferece nesta época, confeccionados com Amor e com a perpectiva de que os alimentos do corpo energizam a Alma. Integrando cada aspecto do que somos, e do que vivemos, aceitando-nos como parte do corpo pleno que é a Terra e o Universo.

Sábado, Julho 12, 2008

Ano-lectivo Oriental 2008/2009, Aulas regulares Lisboa, Íris



Aulas de manhã e hora de almoço:
Hatha Yoga
Segundas e quartas 11h00/12h00
Dança Oriental nível Intermédio:
Segundas e quartas 12h00/13h00
Dança Oriental Nível Iniciado:
Segundas e quartas 13h00/14h00

Aulas de tarde e fim de tarde:
Hatha Yoga:
segundas e quartas 17h00/18h00
Dança Oriental Fusão Cigana/Balkans
Segundas e quartas 18h00/19h00
Dança Oriental nível Avançado turma I
Segundas e Quartas: 19h00/20h00
Dança Oriental nível Intermédio
Segundas e Quartas: 20h00/21h00
Dança Oriental nível Avançado turma II
Segundas e Quartas: 21h00/22h00

Venha experimentar uma aula!

Possibilidade de marcação de aulas particulares em horário a combinar entre a orientadora e a aluna.

Se estes horários não lhe forem convenientes informe-se acerca das aulas particulares individuais, ou da possibilidade de abrir turma com um grupo a partir de três alunas, em horários a acordar!

Local: Casa Semente
Alvalade: Rua José Duro nº15,
na esquina dos correios da Avenida da Igreja, a 5 minutos do Metro de Alvalade


ACERCA DAS PRÁTICAS:
HATHA YOGA
Aula para alunas de todos os níveis
Parar, observar, respirar activando os centros nervosos, as células, a consciência e a concentração, recuperando uma postura e bio-dinamismo mais saudáveis. De encontro às fontes naturais de energia e prazer pela sensação, consciência contemplativa e fluidez.
Compreender a natureza do corpo de cada uma de nós, seus limites e bloqueios, visando superar as dificuldades e ir mais longe no que o gesto permite; através de exercícios e posturas de flexibilidade, força, equilíbrio e movimento. Trabalharemos técnicas de Pranayama (respiração consciente), asana (postura estável) segundo as linhas clássicas do Hatha Yoga, e princípios de corpo Ayurvédicos, de forma a integrar o corpo e mente como um todo, fortalecer a estrutura óssea e muscular, aumentar a flexibilidade, corrigir a postura e maus hábitos instalados nos gestos correntes; estimulando, simultaneamente, a concentração, a serenidade, a observação consciente e a expressão emocional e criativa. Abrindo dentro de si o caminho para um novo sentir, uma serenidade crescente, consciência contemplativa e um equilíbrio profundo enraizado na força vital saudável que dentro de nós reside.

DANÇA ORIENTAL
Este trabalho é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia. Sendo uma dança milenar, atravessou diversos povos, desde civilizações pré-clássicas até aos povo Árabe. Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa, bem como uma dança preparatória para o parto, e uma simples celebração da vida quotidiana. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.
Objectivos:
. Introdução à cultura e costumes do Médio-Oriente, bem como compreensão dos objectivos físicos, culturais e por vezes sagrados dos movimentos propostos.
. Conhecimento do suporte cultural que enforma as danças a trabalhar, sendo para tal recomendada bibliografia
.Conhecimento dos ritmos base da percussão Oriental .
. Conhecimento dos instrumentos base da música oriental
.Conhecimento dos estilos musicais base, respectivas danças, trajes e costumes culturais relacionados
. Criatividade e expressão corporal individual dentro da improvisação e composição coreográfica
. Promover a consciência corporal, revitalizando os sistemas circulatório, muscular e ósseo, a partir de exercícios de melhoramento e correcção postural, respiração, coordenação e isolamento de movimentos.
. Desbloquear tensões físicas, psicossomáticas e emocionais, de forma a promover o relaxamento e controle gradual das diversas partes do corpo.
. Revitalizar os sistemas digestivo e reprodutivo, melhorando a função dos órgãos internos através do estímulo da circulação sanguínea e oxigenamento.
. Estimular um equilíbrio entre contracção e descontracção musculares (sobretudo da zona abdominal, pélvica e dorsal), de forma a reestruturar, reafirmar e fortalecer estas zonas, permitindo-lhes simultaneamente mobilidade e versatilidade, em pleno respeito e melhoramento da estrutura anatómica feminina.
.Promover uma crescente sensação de bem estar, tranquilidade e plenitude, deixando o corpo responder espontaneamente aos estímulos musicais e de movimento propostos.
. Desenvolver a auto-estima, a feminilidade, e a comunicação.
. Desenvolver a sua linguagem corporal individual, expandindo o seu vocabulário e potencialidades, através de movimentos de dança milenarmente utilizados pelas mulheres orientais.
. Desenvolver a intuição corporal e a criatividade, promovendo um processo de contemplação e aceitação do corpo, ao invés de controlo.
. Plena noção e integração da postura (óssea e muscular) e respiração adequadas.
. Promover uma relação corpo/mente harmoniosa e fluida.
.Facilitar a concentração e relaxamento.
. Integrar e reconhecer os elementos (terra, água, fogo, ar) dentro de si e em seu redor.
. Desenvolver e criar um espaço para o «Sagrado Feminino»: encontrar o corpo como templo.
.Relacionar elementos internos (emotividade, criatividade) e externos (terra, fogo, ar e água traduzidos em movimento)

DANÇA ORIENTAL FUSÃO CIGANA
Compreender as diferentes nuances do movimento Oriental, consoante a zona geográfica de onde provém (Médio Oriente, Roménia, Grécia, Macedónia, Turquia, Rajhastão). Desenvolver a linguagem de Fusão: Integrar elementos de outras linguagens (Contemporâneo, Dança Indiana, Flamenco, Danças Ciganas, entre outras) na linguagem Oriental, criando novas e ousadas combinações, sobre fundos musicais de diversas inspirações étnicas.
Desenvolver a sua própria linguagem de fusão, através da experiência e improvisação. Encontra um espaço criativo livre, porém estruturado, inspirado na base Oriental, e com diversos outros elementos, de forma a traduzir ideias/sensações/percepções/estados de espírito/emoções através do movimento. Experimentar a liberdade criativa selvagem e a catarse do Povo Cigano nas suas tradições de música e Dança, deixar a emoção gerar movimento e fluir dentro deste processo criativo.

PROGRAMA TEMÁTICO:
Celebrações:
Solstício de Inverno: 14 Dezembro, Teatro Ibérico
Solstício de Verão: 21 Junho, Teatro Ibérico

DANÇA ORIENTAL INICIAÇÃO
Programa temático de Setembro a Dezembro:
- Consciência corporal
- Desenvolvimento da coordenação motora, concentração e capacidade de relaxamento
- Trabalho de re-educação respiratória e postural
- Estiramento e fortalecimento articular e muscular
- noção de ritmo e melodia
- Trabalho coreográfico sobre balady, dança popular Egípcia

DANÇA ORIENTAL INTERMÉDIO
Programa temático de Setembro a Dezembro:
- Vibrações e ondulações combinadas
- Trabalho coreográfico com bandeja sobre música turca
- técnica de equilibrio, ondulações combinadas, vibrações lentas e deslocações em giro
- Composição coreográfica sobre a Nuba (dança folclórica do Egipto e Sudão)

DANÇA ORIENTAL AVANÇADO
Programa temático de Setembro a Dezembro:
- trabalho coreográfico de sagats sobre música oriental Sefardita .ambas as turmas
- trabalho coreográfico de Khallegi (Golfo Pérsico) .Turma II
- trabalho de improvisação de danças de transe berberes .Turma I
- Giro de inspiração Sufi,deslocações e variações de movimento em giro .ambas

DANÇA FUSÃO ORIENTAL CIGANA
Programa temático de Setembro a Dezembro:
-trabalho de giros, com diferentes eixos de centro do corpo
- trabalho coreográfico de xailes sobre música lenta, interpretação dramática, posturas de pausa
- introdução ao trabalho com pandeireta sobre música rápida

NOTA:
- Para além dos conteúdos específicos referidos no programa serão trabalhados exercícios de isolamento e coordenação de técnica Oriental Intermédia ou avançada, consoante o nível em questão (vibrações, ondulações, deslocações, combinações, trabalho de chão, entre outros), fortalecimento e tonicidade muscular, postura, alongamento e técnica respiratória.
- Serão solicitados trabalhos de casa, individuais, em grupo, e em pequenos grupos, com o objectivo de desenvolver a criatividade e assimilação técnica dos conteúdos pretendidos. A apresentação destes trabalhos será pontualmente solicitada na aula.
- O acesso ao nível Intermédio e ao nível avançado é condicionado pela orientadora, que, tendo em conta os níveis de conhecimento da aluna, pode recomendar a frequência simultânea de um ou mais níveis, bem como as transições para níveis mais elevados quando o aproveitamento da aluna assim justificar.

Material necessário:
.Roupa confortável (de preferência calças que permitam ver claramente o movimento das pernas)
. Lenço para atar em torno da anca (pode trazer cinto de moedas, mas use-o apenas quando solicitado)
. acessórios nas aulas temáticas assinaladas
. Caderno e lápis de cor
. Boa disposição e abertura de espírito!

Número máximo de alunas por turma: 12
Inscrições:
Dado o número restrito de vagas, solicita-se que seja feita a pré-inscrição, logo que possível a fim de garantir a vaga.
A pré-inscrição consiste no pagamento do valor da jóia anual de inscrição.
A não comparência sem justificação durante dois meses consecutivos implica a perda da vaga.

Condições:
Mensalidades:
1h semanal: 25€
2h semanais: 40€
3h semanais: 50€
4h semanais: 60€
5h semanais: 70€
6h semanais: 80€
Livre Trânsito: 85€

Inscrição anual:
Antigas alunas: 10€
Novas alunas: 15€

Aulas Particulares:
1h30: 25€
2h: 30€

Info/Inscrições: Iris 96 514 39 73
iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt


ÍRIS
Para além da sua formação em teatro, literatura, Dança Contemporânea e Moderna, Íris encontra na Dança Oriental a sua forma Orgânica de expressão.
A sua formação concentra-se nas Dança Clássica Egípcia, Danças tradicionais folclóricas e rituais do Médio Oriente e Hatha Yoga, passando também por danças ciganas do mundo, Flamenco, Meditações estáticas e dinâmicas. Acompanharam-na de forma marcante mestres como Shokry Mohamed, Myriam Szabo e Farida Fahmy, que inspiraram uma profunda aprendizagem simultaneamente ao nível técnico e humano, tendo frequentado e organizado ateliers com diversos artista desta área quer em Portugal, quer pela Europa.
Actua e lecciona em Portugal, Espanha, França e Holanda (Amsterdão). Tendo acompanhado Myriam szabo e as Salamantra,os grupos «Les Aminches» (França), «Ciganos d’Ouro», Eduardo Ramos(Portugal), entre outros. Participa, e produz o espectáculo «Danças de Negro» com Paula Lena (Argentina). Participa nos espectáculos de Hossam Ramzy, Jillina e Sharon Kihara (Bellydance Superstars), em Lisboa. Actualmente colabora com o percussionista Baltazar Molina e com Helena Madeira em projectos artísticos diversos.
Ao nível do ensino levou a cabo projectos educativos visando a cultura do Médio Oriente com o Liceu Francês Charles Le Pierre (Lisboa) e com o Centro Cultural de Belém. Leccionando actualmente com regularidade em Lisboa (Centro de Dança de Oeiras), na Casa Semente, o seu estúdio em Alvalade, e em Sintra na academia Danceart.
Iris lecciona e estuda Hatha Yoga, tendo sido formada como Yoga Siromani pela Internacional Sivananda Yoga Vedanta Centers, na Áustria. Tem também formação em Massagem Ayurvédica, Thai Yoga massage, massagem de som com taças tibetanas e Doula (pela associação Doulas de Portugal).
Desenvolve um trabalho de pesquisa de movimento pessoal, baseado na integração de arquétipos mitológicos ancestrais na expressividade da Dança, e no interno espaço sagrado que a dança proporciona. Uma força espiral, girando, simultaneamente, para o interior e para o exterior. Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Dança Oriental: Aulas regulares Algés, Íris

Nível Iniciado:Terças e Quintas, 19h00 às 20h15
Nível Intermédio:Terças e Quintas, 20h15 às 21h30
Início dia 16 de Setembro

Local: CDO, Palácio Ribamar, Algés
Venha experimentar uma aula!

PROGRAMA TEMÁTICO:
Celebração do Solstício de Inverno: 14 Dezembro, Teatro Ibérico
Celebração do Solstício de Verão: 21 Junho, Teatro Ibérico

INICIAÇÃO
Terças e Quintas 19h00/20h15
Programa temático de Setembro a Dezembro:
- Consciência corporal
- Desenvolvimento da coordenação motora, concentração e capacidade de relaxamento
- Trabalho de re-educação respiratória e postural
- Estiramento e fortalecimento articular e muscular
- noção de ritmo e melodia
- Trabalho coreográfico sobre balady, dança popular Egípcia
Para mais informação por favor leia os textos acerca dos benefícios e objectivos da Dança no artigo acima, referente às aulas de iniciação da Casa Semente.

INTERMÉDIO
Terças e quintas 20h15/21h30
Programa temático de Setembro a Dezembro:
- Vibrações e ondulações combinadas
- Trabalho coreográfico com véus sobre música clássica Oriental
- ondulações combinadas, vibrações lentas
- deslocações em giro, e diferentes formas de giros e arabescos sobre o mesmo ponto espacial
- Composição coreográfica sobre a Nuba (dança folclórica do Egipto e Sudão)

Para além dos conteúdos específicos referidos no programa serão trabalhados exercícios de isolamento e coordenação de técnica Oriental Intermédia (vibrações, ondulações, deslocações, combinações, trabalho de chão, entre outros), fortalecimento e tonicidade muscular, postura, alongamento e técnica respiratória.
Serão solicitados trabalhos de casa, individuais, em grupo, e em pequenos grupos, com o objectivo de desenvolver a criatividade e assimilação técnica dos conteúdos pretendidos. A apresentação destes trabalhos será pontualmente solicitada na aula.
O acesso ao nível Intermédio é condicionado pela orientadora, que, tendo em conta os níveis de conhecimento da aluna, pode recomendar a frequência simultânea do nível iniciado e intermédio até considerar a aluna apta a frequentar apenas o nível intermédio, ou mesmo solicitar unicamente a frequência do nível iniciado, até que a aluna tenha adquirido os conhecimentos necessários para a transição de nível.Do mesmo modo, a orientadora poderá solicitar a transição do nível iniciado para o nível intermédio quando considerar adequado.

Info/Inscrições:
Iris 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
CDO: Director António Laginha: 96 803 02 22
www.cdo.com.pt

Dança Oriental e Fusão Cigana, Aulas regulares Sintra, Íris

Início: dia 5 de Setembro
Quando?às sextas:
Dança Oriental nível Intermédio 18h30 às 19h45
Fusão Cigana 19h45 às 21h00
Dança Oriental nível Avançado 21h00 às 22h15

Programa de Setembro a Dezembro:
Dança Oriental nível Intermédio:
- Vibrações e ondulações combinadas
- Trabalho coreográfico com véus sobre música clássica Oriental
- ondulações combinadas, vibrações lentas
- deslocações em giro, e diferentes formas de giros e arabescos sobre o mesmo ponto espacial
- Composição coreográfica sobre a Nuba (dança folclórica do Egipto e Sudão)

Fusão Cigana:
- Composição coreográfica com xaile
- Trabalho de postura, braços e deslocações

Onde?
Academia DanceArte
Rua Doutor Félix Alves Pereira nº13
(junto à estação da CP Portela de Sintra)

Info/Inscrições:
www.danceart.pt
academia@dancearte.pt
91 688 86 38 96 435 50 10

Dança Oriental e Voz aulas regulares com Helena Madeira



A Voz: terças e quintas das 19h00 às 20h
Dança Oriental Iniciação: terças e quintas das 20h às 21h30

Início: 16 de Setembro

Onde?
Na Casa Semente
Alvalade: Rua José Duro nº15,
na esquina dos correios da Avenida da Igreja, a 5 minutos do Metro de Alvalade

A Voz do Corpo
A Voz do Corpo é um encontro entre a consciência corporal,
a meditação, a respiração e a voz.
O conhecimento da Voz como um instrumento orgânico
integrará a pesquisa da anatomia e do funcionamento do corpo,
através de exercícios que permitam consciencializar, mas
sobretudo sentir este instrumento.
Partiremos de exercícios básicos de respiração e Audição
exterior, para progressivamente explorar a ressonância Interna da
Voz no corpo.
É neste contexto de foco individual que, posteriormente,
iremos ao encontro de harmonizações e improvisações colectivas.
Serão facultadas as bases teóricas sobre o funcionamento vocal
e levada à discussão os diversos tipos de “colocação da Voz”.
A Voz do Corpo destina-se a quem queira escutar o corpo e quem,
através dele, se queira exprimir individual e colectivamente e
não a quem queira “aprender a cantar”.
Este trabalho vai, pois, ao encontro de curiosos ou Profissionais
da Voz, da Expressão e do Corpo.
Tem como objectico a expressão vocal livre, sensorial que
nasce naturalmente de um processo centrado na respiração
e no respeito do corpo.

Dança de Expressão Oriental e Contemporânea
Este trabalho propõe a exploração do potencial expressivo do Corpo através das técnicas de Dança Oriental e Contemporânea, da Emoção e da Sensação.
Partiremos de exercícios básicos de postura, respiração, consciência corporal e flexibilidade.
Daremos ênfase e expressão a cada parte do corpo através de movimentos suaves e ondulatórios, tão característicos à Dança Oriental. Progressivamente chegaremos ao todo espiritual, à noção de “eixo” e equilibrio.
O chão enquanto Raíz. A establidade e a plena relação da Música com o Corpo.
Posteriormente, através de exercícios simples da Técnica Cunningham, “brincaremos” com o peso do Corpo, o equilibrio/desequilibrio e o “eixo”.
Vamos explorar o espaço cénico em toda a sua complexidade e a deslocação em várias direcções. A verticalidade e o chão serão abordadas de uma forma mais abrangente.
A instablidade e o desfazamento da Música com a Dança.
Finalmente, cedemos o lugar ao improviso, dando espaço ao erro e experimentação.
Este trabalho destina-se a bailarinos de dança Oriental e/ou Contemporânea, curiosos do Corpo e da Expressão. É, pois, de nível Aberto.

Condições:
Primeira aula experimental livre
Inscrição anual: 15€
Mensalidades:
1 hora semanal:25€
1h30 semanal: 30€
2h semanais: 40€
2h30 semanais: 45€
3h semanais: 50€
3h30 semanais: 55€
4h semanais: 60€
5h semanais: 65€

Info/Inscrições:
Helena Madeira 934012829 helenamadeira100@gmail.com http://www.myspace.com/helenasofiamadeira

Helena Madeira
O meu percurso como ser humano contempla onze anos de dança.
Tocaram-me particularmente, os encontros com Sofia Neuparth,
Howard Sonenklar e Peter Michael Dietz na pesquisa
do Movimento e no estudo do Corpo no C.E.M; Destaco a
Orientação do Fernando Nogueira e António Feio no
trabalho teatral e Fernando Serafim no Canto Lírico.
Tive aulas, frequentei workshops de Dança Africana com Marc
N’Danou e Toni Tavares, Dança Oriental com Íris,
Myriam Szabo, Annie N’Ganou, Paula Lena e Prisca Diedrich.
Actualmente, estudo Canto no Conservatório Nacional, e passei,
também, pela Escola de Jazz do Hot Club em Lisboa.
Ao vivo apresento-me com o Projecto Iara (concerto Performativo),
Uterus (Dança Oriental e Contemporânea) e
Caixinha de Música (Teatro Musical Infantil) e abraço os MU sempre
que me convidam.
Dedico-me às alunas com quem posso partilhar a Dança Oriental
e Contemporânea e, a Voz enquanto instrumento orgânico.
Do ponto de vista académico sou licenciada em Antropologia e em
Língua e Literatura Italiana.
Interesso-me pelos rituais de Voz e Corpo enquanto processos
sociais e psicológicos de manutenção da estabilidade das
Sociedades. Sou Apaixonada pela Luz de Lisboa.
Adoro o tempo que tem a inspiração, o caminho que percorre às
profundezas de mim...
E como da expiração nasce o som e o movimento...

A arca: Expressão corporal criativa para crianças


Por Catarina Parrot
a publicar brevemente

Crianças entre 8 e 12 anos
Quando? Em Outubro, todos os sábados do mês
Horário: das 10:30 ao 12:30
Preço:20 euros/ mês
Onde?
Na Casa Semente
Alvalade: Rua José Duro nº15,
na esquina dos correios da Avenida da Igreja, a 5 minutos do Metro de Alvalade

Info/Inscrições:
Catarina: 91 898 24 10 catarina_parrot@hotmail.com

Pele da Alma:Encontros mensais Teatro reflexo, Sintra


Iris e Helena Madeira

Nestes encontros mensais ambientados na maravilhosa serra de Sintra, iremos reencontra a pele essencial da alma.
Aquela que tantas vezes despimos, sem nos aperceber, e sem a qual lentamente definhamos.
Mergulharemos em nós, nas tantas mulheres que somos, encontrando a expressão verdadeira do corpo, da voz, da alma.
Vamos explorar som e silêncio, movimento e quietude, feminino e masculino, solar e lunar iremos ao encontro da nossa expressão pessoal.
Os encontros Pele da Alma são encontros de regeneração, de retorno, de descoberta. Exploraremos a vibração do Som das taças Tibetanas, da Voz Interior, bem como a Voz em conjunto. Fluindo com a massagem das ondas sonoras nas moléculas de Àgua do nosso Corpo. E sobre esse Corpo transformado, dançaremos. Integrando exercícios simples de respiração (pranayama), asanas de yoga, movimentos de dança oriental e dança orgânica (meditação em movimento e visualização criativa dançada).

Condições:
Horário: 12h às 18h

Local: Teatro Reflexo : Av. Heliodoro Salgado nº 41 1ºfundo
(perto do CC Olga Cadaval) Sintra
O ponto de encontro é o Teatro reflexo, mas os encontros podem acontecer em espaços naturais da Serra, dependendo das condições climatéricas.

Valor: 40€
:) Refeição vegetariana biológica incluída
Alunas Aiga e grupos de 5 pessoas redução de 10%

Datas:
Domingos
4 Outubro, 9 Novembro, 30 Novembro
18 Janeiro, 8 Fevereiro, 8 Março
5 Abril, 10 Maio, 7 Junho

Nota:
- A inscrição deverá ser confirmada até 3 dias úteis anteriores à data de cada encontro.
- A inscrição deverá ser sinalizada com o valor de 10€ (não reembolsáveis em caso de desistência), dedutíveis no valor total do encontro.
- Número mínimo de participantes:10
- Número máximo de participantes: 15

Info/Inscrições:
Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
Helena Madeira: 93 401 28 29 helenamadeira100@gmail.com

Pele da Alma: Encontros mensais Casa do Rio, Foz, Porto


Iris e Helena Madeira

Nestes encontros mensais ambientados nas maravilhosas margens do Douro, iremos reencontrar a pele essencial da alma.
Aquela que tantas vezes despimos, sem nos aperceber, e sem a qual lentamente definhamos.
Mergulharemos em nós, nas tantas mulheres que somos, encontrando a expressão verdadeira do corpo, da voz, da alma.
Vamos explorar som e silêncio, movimento e quietude, feminino e masculino, solar e lunar iremos ao encontro da nossa expressão pessoal.
Os encontros Pele da Alma são encontros de regeneração, de retorno, de descoberta. Exploraremos a vibração do Som das taças Tibetanas, da Voz Interior, bem como a Voz em conjunto. Fluindo com a massagem das ondas sonoras nas moléculas de Àgua do nosso Corpo. E sobre esse Corpo transformado, dançaremos. Integrando exercícios simples de respiração (pranayama), asanas de yoga, movimentos de dança oriental e dança orgânica (meditação em movimento e visualização criativa dançada).

Condições:
Horário: 11h às 16h30

Local: Casa do Rio :
Rua Gaspar Correia 303 Foz-Portp
Junto à Pousada da Juventude, autocarros mesmo ao lado: 207 e 504.
Um pouquinho mais longe o 200, 202, 204, 500.

Valor: 30€
:)Trazer refeição leve e vegetariana para partilhar.
Alunas Aiga e grupos de 5 pessoas redução de 10%

Datas:
Domingos
26 Outubro, 23 Novembro,
25 Janeiro, 1 Março, 29 Março
26 Abril, 31 Maio, 14 Junho

Nota:
- A inscrição deverá ser confirmada até 3 dias úteis anteriores à data de cada encontro.
- A inscrição deverá ser sinalizada com o valor de 10€ (não reembolsáveis em caso de desistência), dedutíveis no valor total do encontro.
- Número mínimo de participantes:10
- Número máximo de participantes: 20

Info/Inscrições:
Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
Helena Madeira: 93 401 28 29 helenamadeira100@gmail.com
Carlos e Maria: 918268187 ou 917582364 acasadorio@gmail.com

Pele da Alma:Eco-Retiro na Natureza 31 Out,1 e 2 Nov


Dançando a mudança de pele
Iris e Helena Madeira
Eco-Retiro na Natureza Ferreira do Zêzere
31 Outubro, 1 e 2 Novembro


Nesta fase do ano, celebra-se a passagem do ano ancestral. O samhain ou, actual Halloween representa a passagem para o ano lunar, momento de “despir” a velha pele, de deixar cair as folhas como as àrvores, de “deixar morrer para deixar nascer”. Do mesmo modo, este é um período favorável ao reencontro de si mesmo. Da sua pele original, a essência da Alma, perdida outrora.
Neste Retiro trabalharemos o despojamento, a libertação dos condicionamentos passados, o espaço vazio de onde poderá, mais tarde brotar, a verdejante Primavera do Espírito.
Para tal, vamos recorrer ao Arquétipo de Hekat, anciã, a mulher-loba, a mulher-rã, a mulher-coruja. A que guia nos caminhos, nas encruzilhadas, nas travessias vida-morte-vida.

Yoga, Dança Oriental, A voz do Corpo, Dança Contemporânea,
Taças Tibetanas, Meditação e visualização criativa,
Dança Orgânica, contos da Alma


Material necessário:
Roupa simples e muito confortável
Roupa velha (que tenha usado muito) para cortar e desmanchar
Linhas, agulha, tesoura e dedal
Meias quentinhas

Condições:
31 Outubro, 1 e 2 Novembro : sexta a domingo
Programa:
Chegada: sexta ao fim do dia, 20h00 (para jantar)
Partida: domingo, a partir das 17h00

Valor:
Retiro (alimentação vegetariana completa incluída): 100€
Estadia: Colchão no chão - 20€ Cama fofa - 25€
Alunas Aiga e grupos de 5 pessoas: 10% de desconto
Possibilidade de parcelar o pagamento em fracções a definir, contacte-nos!
Reserva obrigatória até dia 25 Outubro, mediante sinalização obrigatória de 50€ (não reembolsável em caso de desistência), dedutíveis do valor total do retiro.
Vagas limitadas!

Local:
Casa de Avecasta, Ferreira do Zêzere
(solicite-nos por mail o mapa para chegar,
Consulte-nos acerca da possibilidade de partilhar transporte)

Informações/ Inscrições:
Iris 96 514 39 73
iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt

As Técnicas:
Yoga, Pranayama (respiração consciente) e meditação
Ao acordar, respiraremos activando os centros nervosos, as células, a consciência e a concentração, recuperando uma postura e bio-dinamismo mais saudáveis. De encontro às fontes naturais de energia e prazer pela sensação, consciência contemplativa e fluidez.
Compreender a natureza do corpo de cada uma de nós, seus limites e bloqueios, visando superar as dificuldades e ir mais longe no que o gesto permite; através de exercícios e posturas de flexibilidade, força, equilíbrio e movimento. Trabalharemos técnicas de Pranayama (respiração consciente), meditação activa (giro de inspiração Sufi, exercícios de movimento e confiança, despertar da sensação intuitiva), Yoga, massagem e princípios de corpo Ayurvédicos, de forma a integrar o corpo e mente como um todo, fortalecer a estrutura óssea e muscular, aumentar a flexibilidade, corrigir a postura e maus hábitos instalados nos gestos correntes; estimulando, simultaneamente, a concentração, a serenidade, a observação consciente e a expressão emocional e criativa. Despertando sensações desconhecidas, mergulhando na memória e potencial infinito do corpo e ser femininos.

A Voz do corpo
“As canções são pensamentos cantados pela respiração quando as pessoas são movidas por grandes forças para as quais já não basta a fala comum.” Orpingalik, xamã e poeta do povo Inuit de Netsilingmiu, 1923. Encontro entre a consciência corporal, a meditação, a respiração e a voz. O conhecimento da Voz como um instrumento orgânico integrando apesquisa da anatomia e do funcionamento do corpo, através de exercícios que permitam consciencializar, mas sobretudo sentir este instrumento.A Voz do Corpo destina-se a quem queira escutar o corpo e quem, através dele, se queira exprimir e não a quem queira aprender a cantar. A expressão vocal livre, sensorial nasce naturalmente de um processo centrado na respiração e no respeito do corpo.

Dança Oriental
Este trabalho é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia. Sendo uma dança milenar, atravessou diversos povos, desde civilizações pré-clássicas até aos povo Árabe. Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa, bem como uma dança preparatória para o parto, e uma simples celebração da vida quotidiana. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.

Dança Orgânica
Inspirando-nos de contos arquétipos para estimular o subconsciente e trazer á consciência imagens e sensações ancestrais.
Redescobrir o corpo, a memória da sensação, a capacidade de unir a imaginação e a visualização criativa à sensibilidade de cada parte do corpo. Abstrair-se do olhar exterior para mergulhar em profundidade na visão interior, ouvir e ouvir-se, meditar vivendo plenamente a experiência da emoção sugerida, mover-se, dançar, tocar, chorar, rir, elevar-se pelo êxtase de sentir, celebrar profundamente e parar, abraçar o silêncio, contemplar…Ser infinita!

Segunda-feira, Março 03, 2008

Encontros da Lua: círculo de mulheres em torno da mesa, Matosinhos



Um sábado á noite por mês, reune-se, em casa da Rita, um maravilhoso e mágico sítio em Matosinhos, um círculo de Mulheres.
Cada noite de cada mês, um tema diferente é trabalhado, de acordo com o ciclo da Terra do momento. Cozinhamos um jantar vegetariano com alimentos da época, propriedades medicinais e nutritivas dos mesmos, histórias associadas. Falamos da Terra e da forma como nos inspira e, sobretudo, como nos influencia, falamos do corpo, da saúde natural, dos costumes Orientais (Ayurveda), da experiência e vivência femininas. Contam-se histórias...
Enquanto cozinha o jantar, partilhamos vivências, experiências, histórias. E a noite vai passando no círculo de mulheres...

Hora de chegada: a partir das 20h
Marcações: Rita 91 846 89 92
Condições: 25€ por pessoa
Datas: 27 Setembro, 25 Outubro, 22 Novembro, 24 Janeiro, 28 Fevereiro, 28 Março, 25Abril, 30 Maio, 13 Junho
http://tendavermelha.blogspot.com/

Pássaros de Luz: Celebração do Solstício de Verão


DANÇAS DE HATHOR CELEBRANDO O SOLSTÍCIO DE VERÃO
Hathor, Deusa egípcia do Amor e da Beleza, é a Mãe-Divina, a Força Vital Universal que se manifesta, é o Princípio Espiritual expresso sob a forma feminina - o Amor. Ela é a Senhora do Amor alquímico, da transformação do ser pelo Amor profundo.
Hathor, “A Resplandecente”, é a protectora das mulheres, é a Senhora que cura pela dança, canto e música, que, através do êxtase, obtido na embriaguez dos sentidos, conduz à comunhão com o Divino dentro de nós.
«Do êxtase eu vim, no êxtase eu vivo, e em teu sagrado êxtase eu voltarei a me fundir.» Yogananda

ÍRIS E ALUNAS, CONVIDADA HELENA MADEIRA
MOSTRA DE TRABALHOS 2008
6 de Julho, Teatro Ibérico


Veja as fotos em: www.womenwithmoonlighteyes.blogspot.com

Lua: Primeira Parte- Estrelas na Noite
Todas
- O Canto da Guerreira Helena e Íris
«…entre rios sinuosos nascem marés inauditas»
- Uma janela para o Deserto
Emília Silva, Joana Martins, Caroline Carp, Catarina Morato, Susana Luis
com projecto Atma: Jorge Machado, Gonçalo Bacalhau, Hugo Claro
«O espírito é o primeiro a nascer, e por diversas vezes se revela em ser sobre ser e demais, na esfera da espera que é a Terra»
- Despindo os véus« e em cada porta do sub mundo Isthar despiu e deixou para trás um véu de ilusão…»
Andreia Guerreiro, Cláudia Sequeira, Clara Pinto, Il Haam, Sofia Matinhos, Raphaelle Noden, Sandra Freitas, Teresa Tavares, Sandra Santos, Emília Silva, Joana Martins, Caroline Carp, Catarina Morato, Susana Luis
- O Mar Chetna e Íris
«a sereia canta, desperta o ser profundo, revela-nos a nós mesmos, e não há retorno ao que foi, apenas existe o que é…»
- Sal da Terra Mª João Ramalho, Rute Marreiros, Inês Silva, Ana Borges e Teresa Tavares
- Era a voar que nos entendíamos. Queríamos chegar ao ponto mais alto. Catarina
»Já em criança percebia isto; de outra maneira – percebemos logo as coisas que nascemos para perceber, poucas e difíceis (pelo menos no meu caso). Cabe-nos um enigma específico, um sentimento, uma obsessão e um desbravar. Temos é pouco tempo e demasiado medo:» Inês Pedrosa
-Hathor Raphaelle Noden e Sofia Matinhos
"A de grande Amor da Vaca e da Lua. Quando a borboleta bate as asas entre os cornos da Grande Mãe, o coração voa e inspira a transformação... entretanto, Hathor expira..."
- Oriente e Ocidente Il Haam e Cíntia Matias
Os leques chineses agitam as energias e geram uma brisa que envolve de Amor e Paz, quem tem o privilégio de a sentir...É a universalidade da dança unindo o oriente e o ocidente, complementando-os e reforçando o que cada um tem de melhor.
- Pássaro do Mar Íris e Raphaelle
«Hei-de voar, hei-de mergulhar até ser infinita, até sermos um, neste Amor que nos respira!»
- Aimer a perdre la raison Il Haam
- Lama Bada
"Lama Bada yatathanna" é uma composição muito antiga e famosa do período Andaluz (quando os árabes dominavam em Espanha, período mourisco, entre os sec IX e XV). Este estilo de canção, conhecido como Muwashah desenvolveu-se nessa fase. A canção é poesia “ghazel” típica, esta poesia é romântica e descreve as belezas e dons do ser amado.
Quando ela se balança docemente
Quando a ninfa que tece as finas teias aparece
A beleza da minha amada leva-me à distracção
Entrega, Entrega
Quando sou tomado por um olhar breve
A beleza da minha amada é um ramo suave agitado pela brisa
Entrega, Entrega
Oh meu destino, minha perplexidade
Ninguém consegue confortar-me na minha tristeza
No meu sofrer e no meu lamento por Amor
A não ser aquela que é parte da bela miragem
A beleza do meu amor leva-me à distracção
Entrega, Entrega
Ana Viegas, Alexandra Corte-Real, Alexandra Schutz, Leonor Tenreiro, Ana Luísa Coelho, Carla Morais, Cíntia Matias, Denise Mesquita, Helena Araújo, Teresa Freitas, Vera Silva, Vitória Gonçalves, Il Haam, Rosário Baeta, Teresa Tavares, Susana Luís, Mª João Ramalho, Rute Marreiros, Inês Silva, Ana Borges, Helena Silva, Ana Maria Sarmento, Catarina Morato, Chetna, Clara Pinto, Maria Moreira, Maria Ramos, Inês Parente, Sandra Leitão, Sandra Santos, Sofia Casimiro, Sofia Matinhos, Susana lanceiro, Susana Marques, Ana Margarida Almeida, Elsa Mariano, Marta leitão, Susana Vaz, Olga Pereira, Raphaelle Noden
- Ama Íris
Em Tibetano e em muitas línguas da Ásia, Ama significa Mãe. Ama é a que cuida, protege, guia, a que olha por nós. A que nos lembra ora de forma doce, ora austera, que temos poder, que somos imensos, que existimos! Esta é uma oração dançada
à Mãe cósmica, e a todo o sagrado que somos.
- Perpétuo Movimento«Mais doce, mais suave, mais profundo» Giro de inspiração Sufi
Ana Caeiro, Alexandra Corte-Real, Caroline Carp,Carla Morais, Joana Martins, Margarida Baeta, Rosário Baeta, Susana Luís, Cristina Coelho, Cláudia Sequeira, Iris

Sol Segunda parte:- A Amante Iris
- Rosa de Luz suspensa Helena Madeira
- Vermelho Profundo Cristina Coelho e Cláudia Sequeira
- Suspensa numa teia de Luz Sofia Matinhos
Quando o caminho se faz tão devagar, tão devagar... para que nada, por dentro ou por fora, se parta; para que os finos fios sobre os quais caminhamos nos permitam, enfim, a passagem.
- Asas do Fogo e da Terra Chetna
- O Fogo Alexandra Corte Real e Margarida Baeta
- Elden Ele : Flores de Mão em mão
Dança Clássica Oriental, Turquia
Íris, Ana Filipa Quinas, Andreia Guerreiro, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Emília Silva, Caroline Carp, Il Haam, Clara Pinto, Miná Resende, Sandra Freitas, Sandra Santos, Sofia Matinhos, Susana Luis
- A Intimidade da Dança Teresa Tavares
- Correntes do Nilo Andreia e Clara
- Ventre (e)terno Teresa Tavares e Sandra Freitas
- My red scarf Inês Parente
Estilo Bollywood
- Lalalala Lililili Raphaelle Noden
Quando o Sol faz Amor com a Lua, o vento dança a vida sobre a nossa alma, que respira felicidade.
- Baubo
Baubo é a divindade do riso, da sexualidade feminina assumida, livre, alegre e da amizade. A sua sabedoria reside na liberdade de expressão, na desmistificação de acontecimentos pelo humor, e pelo poder curativo do riso, bem como na sexualidade natural, absolutamente livre de complexos e limitações e bem humorada (sorridente;)). Baubo ri sonoramente, e é um arquétipo que incentiva ao prazer para que a alma possa expandir-se.
Ciftitelli: dança oriental grega
Andreia Guerreiro, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Emília Silva, Caroline Carp, Il Haam, Sandra Santos, Sofia Matinhos, Susana Luís, Raquel Silva, Rita Serra, Maria Moreira
- Amor de Sol ardente Sandra Santos
- Salamat
Salamat significa paz, bênçãos, o desejo de boa saúde
A simbólica do bastão - vitalidade do homem, fertilidade, regeneração e ressurreição - está ligada com a do Fogo : “o Fogo (espírito) brotou do bastão”. Tal como a lança, o bastão foi comparado a um falo.
Ele é o cajado que ajuda os pastores a orientar e conduzir o rebanho, ele é a estaca que penetra a terra abrindo a fenda onde será colocada a semente, ele é o ceptro dos reis e faraós, representado a varinha mágica da sabedoria, ele é o apoio dos peregrinos e dos anciãos, ele é a arma de luta dos guerreiros.
Esta dança é Al Assaya, uma forma feminina de saidi (folclore do Sul do Egipto), que caricaturiza a dança marcial Tahtib, que consiste numa luta com bastões. Esta é a sua forma leve e jovial.
Ana Caeiro, Alexandra Corte-Real, Caroline Carp,Carla Morais, Cíntia Matias, Joana Martins, Margarida Baeta, Susana Luís
- A Anciã e a libertação Íris
«Mas é nesta solidão que as actividades mais profundas têm início.
»È aqui que se descobre a acção sem movimento, o trabalho que é um repouso profundo, a visão na escuridão, e, além de todo o desejo, uma realização em êxtase cujos limites se estendem ao infinito» Transe berbere
- Celebração
Todas

Íris agradece:Ás maravilhosas Irmãs que cuidam de mim a cada dia (Rosário, Margarida, Helena, Chetna, Raphaelle, Catarina, Sofia, Il Haam, e tantas outras!), a esta tribo tão resplandecente de Mulheres Infinitas, Pássaros de Luz de asas coloridas, que me ensinam todos os dias a dançar a vida, cada dia com maior Amor, Sabedoria e entrega, minhas alunas tão belas em todos os sentidos!!! À minha Família, e aos ancestrais que lhe deram origem, à minha Avó que partiu e nos ensinou a cantar o fim como um início. Ao Baltazar por estar sempre presente, ao Xav por ser um pássaro e a todos aqueles que fazem parte da minha alma.
Ao Templo que é o Teatro Ibérico e ao incansável Fernando.
À Mãe, que nos nutre, cura e inspira, que nos ensina a ser sagradas , selvagens e nuas, vivendo em verdade. A todas as tantas Mulheres que cada uma de nós é, e aos encontros maravilhosos de todas nós dentro de nós e umas com as outras

"Viagem sonora meditativa de cura e relaxamento "


Por Teresa Gabriel
15 de Março - 21h30
Local: Casa Semente:
Alvalade: Rua José Duro nº15,
na esquina dos correios da Avenida da Igreja, a 5 minutos do Metro de Alvalade

Através da voz, da guitarra, berimbau, didgeridoo, e de um pedal chamado Loop Station, em que várias camadas de som são acrescentadas, vão sendo compostos temas musicais em tempo real, de cariz meditativo e viajante. Cada tema é como se de um cenário se tratasse, e o ouvinte é convidado a deitar-se, fechar os olhos e receber o som, deixando que este o leve aonde a sua imaginação deixar.

Através da subtileza energética das harmonias e do som, o corpo e a mente relaxam, limpando-se o lixo mental e substituindo-se os ritmos frenéticos do dia-a-dia, por padrões harmoniosos e serenos oriundos da medicina ancestral que é a música.

Teresa Gabriel é uma cantora, guitarrista e compositora de 25 anos, com pesquisas dentro do canto lírico e canto hindu, e experiências várias dentro do shamanismo, que já colaborou com vários projectos de vários estilos musicais (ALAP, Ambiens Indages, Taj Mahal, Terrakota, etc...), e que também realiza workshops de terapia através do canto.
www.myspace.com/teresagabriel37

Aulas regulares na Casa Semente

A casa Semente cresce!
Inspirem-se com as nossas propostas:

Percussão Árabe com Baltazar Molina
Terças e Quintas das 18h às 19h00
http://baltazarmolina.blogspot.com/
http://www.myspace.com/baltazarmolina

Aulas de Voz por Teresa Gabriel
Terças das 19h às 20h
www.myspace.com/teresagabriel37

Dança de Expressão Oriental e Contemporânea
Com Helena Madeira

Terça das 20h15 às 21h45
http://www.myspace.com/helenasofiamadeira

CONSULTE OS ARTIGOS INDIVIDUAIS (depois do artigo de Ron Whitehead)

Círculo de Lua Nova


Encontros de Mulheres em Sintra:

Dia 5:
Encontros do Sol e da Lua
Quinta dos Lobos, Sintra, 10h às 18h
Yoga, alimentação natural, meditação e dança oriental com Íris e Carla Silveira
Quinta dos Lobos, Sintra, 10h às 18h

Espectáculo Úterus
Dançando La Loba e os ciclos femininos, com Íris e Helena Madeira
Teatro Reflexo, Sintra, 21h00

Círculo de Luar
Círculo de Mulheres a partir das 23h e pela noite dentro, Quinta dos Lobos

Dia 6:
Encontros de Siva
Som, voz, massagem e movimento com Íris e Helena Madeira
Quinta dos Lobos, Sintra
10h às 18h

Encontros do Sol e da Lua:
Yoga, Dança Oriental, Ayurveda, Alimentação e Arquétipos sazonais
Carla Silveira e Iris

Encontrando o Sol e a Lua, os ciclos da Terra , das estações do ano, dos astros, dos arquétipos sazonais e os efeitos destes ciclos no nosso Ser.
Inspirando-nos no ciclo sazonal da época, e com base nele faremos uma prática completa de Yoga, dança Oriental, Movimento espontâneo, massagem, meditação e alimentação natural, com os ingredientes da época e suas propriedades. Com muita partilha, criatividade e liberdade de expressão e experiência!
Despertaremos a intuição feminina, reconectando-nos à Natureza que nos envolve, redescobrindo assim a essência única de cada uma de nós. Integrando os nossos aspectos Solares e Lunares, numa dança harmoniosa com tudo o que somos e o que nos envolve.

Úterus:
Espectáculo com Helena Madeira e Íris
Dança de expressão Contemporânea e Oriental
O Espectáculo Úterus conta com a presença de duas bailarinas/performers que fundem a técnica de dança oriental(Egipto, Norte de África e Médio Oriente, danças de expressão cigana dos Balcãs) e dança contemporânea.
Inspirando-se na história La Loba, conto tradicional mexicano narrado por Clarissa Pinkola Estes (autora de «Mulheres Que correm com os Lobos»), Íris e Helena recriam os arquétipos da vida da mulher, desde o nascimento à morte, passando pela sensualidade, maternidade, maturidade. Sendo filha, irmã, amiga, amante. O lado doce, o lado selvagem, o lado que destrói e o lado que cria e nutre. Reunindo num espectáculo a mulher no seu todo, naquilo que representa e que é comum a todas as culturas do mundo e a todas as eras.
Úterus debruça-se sobre a dualidade feminina, a fragilidade e a força, a mãe e a sábia anciã, a menina e a rebelde, a
noite e o dia. O espectador segue as transformações das intérpretes na viagem do Nascimento até à Morte,do Útero nascendo, a ele regressando.
O útero como o vaso alquímico da criação, renovação e transformação.

TEATRO REFLEXO, 5 e 12 Abril, 21h
Av. Heliodoro Salgado nº 41 1ºfundo
(perto do CC Olga Cadaval) Sintra
Entrada 5€
Info/reservas:
Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
Helena: 93 401 28 29 helenamadeira@yahoo.com

Circulo de Mulheres
No mágico jardim da Quinta dos Lobos, sob o Céu estrelado, um círculo de partilha de Mulheres para celebrar a entrada da Primavera e a chegada da sua primeira Lua Nova . Quem quiser pode dormir na quinta.

Encontros de ShivaÍris e Helena Madeira

Shiva é o Senhor da Dança, o bailarino cósmico. Representa todos os aspectos duais, unificados, sendo por isso o senhor da individualidade. Assim, explorando som e silêncio, movimento e quietude, feminino e masculino, solar e lunar iremos ao encontro da nossa expressão pessoal.
Encontros de regeneração, de retorno, de descoberta. Exploraremos a vibração do Som das taças Tibetanas, da Voz Interior, bem como a Voz em conjunto. Fluindo com a massagem das ondas sonoras nas moléculas de Àgua do nosso Corpo. E sobre esse Corpo transformado, dançaremos. Integrando exercícios simples de respiração (pranayama), asanas de yoga e movimentos de dança oriental.

Condições:
Data: 5 e 6 de Abril
Um encontro: 40€
Dois encontros: 75€
Dois encontros com dormida: 85€ (trazer saco cama)
Círculo com dormida: 10€ (trazer saco cama)
Círculo: por donativo
Refeições vegetarianas biológicas incluída:)
Úterus: 5€
Grupos de 5 pessoas redução de 10%

Local: Quinta dos Lobos
(caminho dos Frades, a 500m da Quinta da Regaleira)

Info/Inscrições:
Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
Carla: 968 221 869 carlasilveira@sapo.pt
Helena: 93 401 28 29 helenamadeira100@gmail.com

A Guerreira: trabalho de espada, técnica Oriental e coreografia



A Guerreira: trabalho de espada e técnica Oriental, coreografia Íris
- Formação intensiva Abril a Junho, Lisboa
- Formação intensiva níveis I e II, 9 a 20 Julho

*leia abaixo para informações específicas acerca de cada formação

A Guerreira é a que abre o caminho. Desbravando o desconhecido, a sua luta é trazer luz à obscuridade. Buscando o perfeito equilíbrio das emoções, tornando o gesto ágil, a percepção clarividente, de encontro ao corpo flexível, forte, intuitivo e perspicaz da caçadora.
Inspirando-nos no arquétipo de Artémis, cujo nome significa Fonte de água pura e a que dança o Vento, senhora dos bosques e grande parteira, e de sua irmã Atena, a sábia guerreira artesã, incorporaremos os aspectos da guerreira, da caçadora. A sua intuição selvagem e clarividente, transformando-se em pleno equilíbrio e profunda força.
Atravessaremos o arquétipo da Deusa Guerreira , centrando-nos nas mitologias pré-cristãs e pré-muçulmanas. Da Grécia Helénica e pré-helénica, Artémis, Atena; da Anatólia as divindades Amazonas; da Suméria Isthar: do Egipto Isis-Neith e Sekmeth; da India, Kali; da Irlanda Morrighan; da Bretanha Brigid…
Trabalharemos técnica Oriental de espada, ondulações combinadas, vibrações em equilíbrio, trabalho de chão, exercícios de flexibilidade, respiração (pranayama), força e equilíbrio, posturas de Yoga adaptadas para a técnica de espada, giro Sufi bem como auto-massagem e princípios ayurvédicos de trabalho do corpo.No nível II, trabalharemos coreografia, e práticas avançadas de movimento.

Formações:
Formação intensiva Abril a Junho, Lisboa
Datas: 12 e 13 Abril, 11 Maio, 31 Maio, 1 Junho
Horários: 10h às 13h
Valor: 1 sessão: 35€
Formação integral: 120€
Local: CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais

Formação intensiva níveis I e II, 9 a 20 Julho
Datas:
Nível I: 9 a 13 Julho
Nível II: 16 a 20 Julho
Destina-se a alunas que tenham frequentado a formação intensiva de espada nível I
Horários:
Dias 9 e 16: 10h às 12h00
Restantes dias: 10h às 13h00
Carga horária total, por nível: 14h00
Valor:
Alunas Aiga e CDO: um nível: 120€ dois níveis:200€
somente fim de semana: um nível:50€ dois níveis:70€
Restantes alunas: um nível:150€ dois níveis: 250€
Somente fim de semana: um nível: 70€ Dois níveis: 90€
Grupos de 5 pessoas: 10% de desconto
Possibilidade de parcelar o pagamento em 2 vezes.
Após 3 Julho: acréscimo de 10%
Local: CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais

Material necessário: Espada, lenço para a cabeça, calças justas e confortáveis, tapete de Yoga, bloco de notas

Info/ Inscrições:
Íris: 96 514 39 73
iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt

A Tenda Vermelha : mulheres do médio Oriente, espectáculo



Espectáculo dia 4 de Abril
21h30, auditório Odivelas Parque


Direcção artística: Iris
Dança:Íris,Cláudia Sequeira,Cristina Coelho e Vera Mateus

A Tenda Vermelha era o espaço onde as mulheres pré-árabes viviam os seus ciclos femininos. Esta tenda era exclusivamente feminina, sendo o local para o qual as mulheres se retiravam do mundo exterior nos momentos de menarca (quando a Lua lhes estava no sangue), aqui davam à luz os seus filhos, aqui passavam pela menopausa. Na tenda Vermelha eram preparados os remédios para a tribo, aqui cuidavam umas das outras, partilhando cuidados essenciais e de beleza, histórias e experiências. Aqui discutiam acerca da educação dos filhos, vivendo em conjunto rituais, alegrias, mágoas e preces. Aqui cresciam, transformando-se, envelhecendo, experimentando o sagrado feminino.
Ao contrário do geniceu grego, este local não era imposto às mulheres pelos homens, mas antes um local que as mulheres elegiam para a vivência da sua intimidade, num circulo feminino. Eventualmente, a tenda vermelha deu lugar ao Hamam, onde as mulheres do Médio Oriente, de todas as idades e condições sociais, ainda partilham as suas vidas e intimidade.
A Tenda Vermelha remete, assim, para a vivência tribal do feminina, e também para o nomadismo, as tribos viajantes do Sahara, os povos ciganos em constante migração, transformando a tenda em caravana.
Um espectáculo acerca do feminino nas culturas do Médio Oriente, em toda a sua diversidade (Norte de África, Marrocos, Egipto, Turquia), e das expressões que os povos ciganos trouxeram até à Europa (Balcãs, Espanha, Europa de Leste).
Do folclore secular, às danças tribais berberes, dos camponeses do Egipto, ao giro de inspiração Sufi da Turquia, das místicas danças de Espada, aos véus, e dos véus aos xailes ciganos, às flores exultantes dos Balcãs, e ao Flamenco – Árabe, da Dança clássica Oriental, a fusões criativas de expressão contemporânea.

Este espectáculo não é apenas uma performance, mas um convite a entrar na Tenda Vermelha. Uma vez li que no harém, a dança era uma forma de oração que as mulheres dedicavam uma ás outras. Assim, partilharemos dançando o contínuo movimento da Vida em nós.
A sempre cambiante experiência de ser Mulher, de ter o sangue no ritmo das Luas e mares, unindo todas as culturas numa dança feminina, cíclica e fértil como as estações.

Info/reservas:
Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
www.malaposta.pt

Uterus: espectáculo com Helena Madeira e Iris


Úterus debruça-se sobre a dualidade feminina representando o Útero desde o Nascimento da menina passando pela Maturidade da Mulher, Parto, Envelhecimento e Morte.
Úterus é pois, um espectáculo sobre a fragilidade e a força, a mãe e a bruxa, a menina e a rebelde, a noite e o dia. Com uma carga emocional profunda, o espectador segue as transformações das intérpretes seguindo-as na viagem do Nascimento até à Morte, do Útero nascendo, a ele regressando. O útero como o vaso alquímico da criação, renovação e transformação.
O Espectáculo Úterus conta com a presença de duas bailarinas/performers que fundem a técnica de dança contemporânea com danças de Expressão Oriental.

http://www.myspace.com/helenasofiamadeira
http://www.myspace.com/lejardindiris

Duração: 60 minutos

Novas datas:
- 5 e 12 Abril
21h, Teatro Reflexo, Sintra
- 31 de Maio
Feira de Alternativas de Sintra

Condições:
- Teatro Reflexo:
Av. Heliodoro Salgado nº 41 1ºfundo
(perto do CC Olga Cadaval) Sintra
Bilhetes: 5€
- Feira de Alternativas de Sintra: a publicar brevemente

Info/reservas:
Helena: 93 401 28 29 helenamadeira@yahoo.com
Íris: 96 514 39 73 aiga@sapo.pt iris.aiga@tele2.pt

Antigas datas:
TEATRO IBÉRICO
10 DE FEVEREIRO, 21h

Folclore Oriental: Danças Tradicionais da Tunisia 19 e 20 Abril


Folclore Oriental: Danças Tradicionais da Tunisia
Narjess Montasser
19 e 20 Abril


Narjess Montasser nasce na Tunísia. Desde 1987 que reside em Espanha, tendo iniciado ai a formação intensiva em Dança Oriental com o Mestre Shokry Mohamed.
No Egipto, aperfeiçoa a sua técnica com Mestres como Mahmoud Reda, Farida Fahmy, Rakia Hassan e Aida Nour. Especializa-se em Folclore Tunisino, aliando os conhecimentos técnicos de Dança Oriental, aos costumes da cultura Tunisina, de uma forma completa e única.
Colabora regularmente com o Estudio de Danza Las Pirámides, fundado por Shokry Mohamed e sua esposa Rosa Martinez, em Madrid.
Ver dançar Narjess é um imenso deleite.
A emoção com que cada gesto toma forma inunda-nos de forma transbordante e intensa.A sua pureza e simplicidade são uma inspiração profunda. As sua sinterpretações de Om Koulthoum são ímpares e primorosas. A verdadeira graça feminina em movimento.
A Arte Oriental, a Alma dançada!

Condições:
Local: CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais
Horários:
Nível Iniciado: 14h às 16h30
Nível Avançado: 16h45 às 19h15
Valor:
Um nível: 80€
Dois níveis : 145€
Desconto de 10% para alunas Aiga e grupos de 4 pessoas.
Desconto de 15% para grupos a partir de 6 pessoas.
A partir ded dia 13 Abril acréscimo de 10%

Info/Inscrições:
Iris 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt

Canto de Al Mah: Dançando a Lua


Canto de Al Mah: Dançando a Lua
Revisitando as quatro fases da Lua, dançando os arquétipos do feminino e das marés

Retiro na Natureza 1 a 4 Maio
Yoga e Dança Oriental, Iris
Flamenco, Rosário Peinado
A voz do Corpo, Helena Madeira


Al Mah é uma antiga deusa da Lua da pré-Lusitânia e Ibéria, de origem Árabe. O seu significa Fonte, e está na origem da palavra Alma, assim como a Lua está na origem da essência feminina. Partindo da Lua, das suas quatro fases e do simbolismo arquétipo destas fases na vida da mulher, exploraremos os cantos e recantos da Alma feminina. Descobriremos a respiração, o corpo, a pele, a voz, a memória e a criatividade. Reencontrando o sagrado feminino dentro de nós, evocando cantos e contos, celebrando a Liberdade, a emoção, buscando dentro de nós as raízes da Lua e transformando em dança e espaço e luz a nossa vivência.
Cada dia exploraremos quatro técnicas específicas: Yoga, Flamenco, Dança Oriental, A voz do Corpo, entrecruzando meditação, expressão criativa e improvisação nesta viagem, bem como a fusão destas formas de expressão artística. Observaremos o poder curativo e regenerador da alimentação, as qualidades de cada ingrediente, os seus efeitos no nosso corpo e bio-ritmo, e as tradições associadas. As refeições serão confeccionadas com os ingredientes da época.



Yoga, Pranayama (respiração consciente) e meditação, Iris
Ao acordar, respiraremos activando os centros nervosos, as células, a consciência e a concentração, recuperando uma postura e bio-dinamismo mais saudáveis. De encontro às fontes naturais de energia e prazer pela sensação, consciência contemplativa e fluidez.
Compreender a natureza do corpo de cada uma de nós, seus limites e bloqueios, visando superar as dificuldades e ir mais longe no que o gesto permite; através de exercícios e posturas de flexibilidade, força, equilíbrio e movimento. Trabalharemos técnicas de Pranayama (respiração consciente), meditação activa (giro de inspiração Sufi, exercícios de movimento e confiança, despertar da sensação intuitiva), Yoga, massagem e princípios de corpo Ayurvédicos, de forma a integrar o corpo e mente como um todo, fortalecer a estrutura óssea e muscular, aumentar a flexibilidade, corrigir a postura e maus hábitos instalados nos gestos correntes; estimulando, simultaneamente, a concentração, a serenidade, a observação consciente e a expressão emocional e criativa. Despertando sensações desconhecidas, mergulhando na memória e potencial infinito do corpo e ser femininos.

Dança Oriental
Este trabalho é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia. Sendo uma dança milenar, atravessou diversos povos, desde civilizações pré-clássicas até aos povo Árabe. Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa, bem como uma dança preparatória para o parto, e uma simples celebração da vida quotidiana. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.


Flamenco, Rosário Peinado
Um trabalho onde se combinam elementos que remetem para o mais interior e genuíno do ser humano, por um lado, e para o despertar e aperfeiçoamento das suas capacidades intrínsecas, por outro.O resultado é um movimento puro e sensual, completo, surpreendente e inovador.Fogo, terra, ar, água, dançam num círculo eterno de palavras, frases, sentimentos e emoções.


A Voz do corpo, uma partilha com Helena Madeira“As canções são pensamentos cantados pela respiração quando as pessoas são movidas por grandes forças para as quais já não basta a fala comum.” Orpingalik, xamã e poeta do povo Inuit de Netsilingmiu, 1923. Encontro entre a consciência corporal, a meditação, a respiração e a voz. O conhecimento da Voz como um instrumento orgânico integrando apesquisa da anatomia e do funcionamento do corpo, através de exercícios que permitam consciencializar, mas sobretudo sentir este instrumento.A Voz do Corpo destina-se a quem queira escutar o corpo e quem, através dele, se queira exprimir e não a quem queira aprender a cantar. A expressão vocal livre, sensorial nasce naturalmente de um processo centrado na respiração e no respeito do corpo.

Condições:
1 a 4 de Maio : quinta a domingo
Programa:
Chegada: quarta ao fim do dia, 20h00 (para jantar)
Partida: domingo, a partir das 16h00
Valor:
Retiro (alimentação completa incluída): 210€
Estadia: Tenda - 20€ Colchão no chão - 28€ Cama fofa - 40€
Grupos de 5 pessoas: 10% de desconto
Possibilidade de parcelar o pagamento em fracções a definir, contacte-nos!
Reserva obrigatória até dia 25 Abril, após esta data acréscimo de 10%.
Vagas limitadas!
Local:
Casa de Avecasta, Ferreira do Zêzere (solicite-nos por mail o mapa para chegar, e consulte-nos acerca da possibilidade de partilhar transporte)

Informações/ Inscrições:
Iris 96 514 39 73
iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt

Acerca das Orientadoras:
Rosário Peinado

Para além da sua formação em Dança Clássica, Teatro, Dança Contemporânea e Música, Rosário Peinado especializa-se em Flamenco com Mario Maya, Manolo Marín, Fernanda Romero, Concha Vargas e Andrés Marín, entre outros. A nível de desenvolvimento pessoal, estuda Xamanismo Solar, Ioga, Taichi, Diafroterapia, Movimento Harmónico e Danças do Mundo.A sua carreira caracteriza-se pelo cruzamento e fusão de todas estas disciplinas. Uma abertura que lhe tem permitido desenvolver um trabalho onde se combinam elementos que remetem para o mais interior e genuíno do ser humano, por um lado, e para o despertar e aperfeiçoamento das suas capacidades intrínsecas, por outro. Entre outros, integrou a Companhia de Mario Maya com “El Amor Brujo” de Manuel de Falla; trabalhou na Need Company, sob a direcção de Jan Lauwers;no espectáculo “Bodas de Sangre”, de García Lorcae com o seu próprio grupo flamenco, apresentando o espectáculo “Luna Flamenca”.Actuou em Espanha, França, Itália, Bélgica, Grã Bretanha, Holanda, Alemanha, Áustria, Marrocos, E.U.A e Colômbia.

Íris
Para além da sua formação em teatro, literatura, Dança Contemporânea e Moderna, Íris encontra na Dança Oriental a sua forma Orgânica de expressão. O seu trabalho compreende uma pesquisa pessoal profunda que abrange Dança Clássica Egípcia, Danças tradicionais folclóricas e rituais do Médio Oriente, danças ciganas do mundo, Flamenco, Dança Indiana, Yoga, Meditações estáticas e dinâmicas e Dança Contemporânea.A sua formação passou por mestres como Shokry Mohamed, Myriam Szabo e Farida Fahmy, que inspiraram uma profunda aprendizagem simultaneamente ao nível técnico e humano. Dançou com Myriam szabo e as Salamantra, acompanhou os grupos «Les Aminches» (França), «Ciganos d’Ouro» (Portugal), entre outros . Participa, e produz o espectáculo «Danças de Negro» com Paula Lena (Argentina). Participa nos espectáculos de Hossam Ramzy, Jillina e Sharon Kihara (Bellydance Superstars), em Lisboa.Actualmente colabora com o percussionista Baltazar Molina (Dazkarieh).Iris lecciona e estuda Hatha Yoga, tendo sido fromada como Yoga Siromani pela Internacional Sivananda Yoga Vedanta Centers, na Áustria. Tem também formação em Massagem Ayurvédica, Thai Yoga massage e é Doula. Desenvolve um trabalho de pesquisa de movimento pessoal, baseado na integração de arquétipos mitológicos ancestrais na expressividade da Dança, e no interno espaço sagrado que a dança proporciona. Uma força espiral, girando, simultaneamente, para o interior e para o exterior. Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Helena Madeira
Adoro o tempo que tem a inspiração, o caminho que percorre às profundezas de mim...
E como da expiração nasce o som e o movimento...
O meu percurso como ser humano contempla onze anos de dança.
Tocaram-me particularmente, os encontros com Sofia Neuparth, Howard Sonenklar e Peter Michael Dietz na pesquisa
do Movimento e no estudo do Corpo no C.E.M; Destaco a Orientação do Fernando Nogueira e António Feio no
trabalho teatral e Fernando Serafim no Canto Lírico.
Tive aulas, frequentei workshops de Dança Africana com Marc N’Danou e Toni Tavares, Dança Oriental com Íris,
Myriam Szabo, Annie N’Ganou, Paula Lena e Prisca Diedrich.
Actualmente, estudo Canto no Conservatório Nacional, e passei, também, pela Escola de Jazz do Hot Club em Lisboa.
Ao vivo apresento-me com o Projecto Iara (concerto Performativo), Uterus (Dança Oriental e Contemporânea) e
Caixinha de Música (Teatro Musical Infantil) e abraço os MU sempre que me convidam.
Dedico-me às alunas com quem posso partilhar a Dança Oriental e Contemporânea e, a Voz enquanto instrumento orgânico.
Do ponto de vista académico sou licenciada em Antropologia e em Língua e Literatura Italiana.
Interesso-me pelos rituais de Voz e Corpo enquanto processos sociais e psicológicos de manutenção da estabilidade das
Sociedades. Sou Apaixonada pela Luz de Lisboa.
www.myspace.com/helenasofiamadeira

Viagem dançada ao Médio Oriente no CCB



Viagem dançada ao Médio Oriente :
descoberta do corpo e despertar do toque unindo mulheres, mães e crianças
Dança, Música e cultura Tradicional do Médio Oriente


Orientadores:
Dança Oriental, Yoga:
Íris
Música, percussão e ritmos Orientais :
Baltazar


Num mundo onde a cada dia nos unimos, dentro das nossas diferenças, a riqueza étnica de tribos, povos e regiões torna-se um património a descobrir e preservar.
Propomos uma viagem pelos costumes do Médio Oriente, descobrindo a dança e música desta vasta região geográfica, desde o Norte de àfrica (Marrocos, Tunísia, visitando os povos berberes do Sahara), até ao Egipto, Síria, Turqui e Grécia (atravessando tradições Beduínas, camponeses do Sul e Norte do Egipto, tradições ciganas de inspiração Oriental), e os costumes culturais que revelam.
Recuperando a dança e música como forma de expressão intrínseca e natural, de relação imediata com a família e a tribo.
Os objectivos são não somente dar a conhecer as tradições destes povos, como deixar que cada participante desperte uma percepção diferente da dança e música, que utilize a dança como uma linguagem para se expressar livremente, individualmente em grupo. Aprofundando a experiência do corpo e do toque, utilizaremos técnicas de Yoga, respiração, contacto-imrovisação e massagem, complementando a expressão dançada com uma benéfica prática ao nível fisiológico e anatómico (desenvolvimento da consciência corporal, postura, respiração, coordenação motora, integração do ritmo no movimento). De igual forma, visamos despertar a criatividade, a expressão teatral e corporal, a capacidade de improvisação e o uso das mesmas quer individualmente quer em grupo. Veiculando o corpo e o movimento como forma de libertar e transformar a expressão, aprofundar a comunicação e a partilha, e expandir a percepção de si mesmo e do outro, indo além da sua própria cultura.
Visitando lugares, histórias, tradições, conhecendo ritmos, sons, instrumentos, e despertando o corpo para movimentos desconhecidos e novas visões de um mesmo Mundo…

PROGRAMA

Dia 16 Maio | sexta-feira
das 19:00 às 20:30
Prática de dança oriental, yoga e expressão corporal
Nível Todas as idades

das 20:30 às 22:00
Aula aberta Dança oriental
Tema: Drum solo (solos de percussão)
Nível Todas as idades

Dia 17 Maio | sábado
das 10:00 às 11:00
Aula Yoga para mães e filhos
Nível Todas as idades

das 11:00 às 13:00
Aula Cultura, dança e música oriental
Tema: Instrumentos da música oriental
Saidi, folclore do sul do Egipto
Nível Todas as idades

das 15:00 às 16:30
Aula Dança oriental e expressão corporal
Para crianças

das 16:30 às 18:00
Aula Dança oriental
Tema: danças Berberes (Sahara)
Nível Todas as idades

Hora das 18:00 às 20:00
Aula aberta Dança oriental
Tema: Drum solo (solos de percussão, continuação, módulo II)
Nível Todas as idades

Dia 18 Maio | domingo
das 11:00 às 13:00
Aula aberta Dança oriental
Tema: Drum solo (solos de percussão, módulo III)
Nível Todas as idades

das 14:00 às 15:00
Aula Yoga para mães e filhos
Nível Todas as idades

Dia 18 Maio | domingo
Hora das 15:00 às 17:00
Aula Cultura, dança e música oriental
Tema: Nuba, dança tradicional da etnia Núbia, Egipto/Sudão
Nota: Trazer lenço amplo e ganchos, para o prender ao cabelo
Nível Todas as idades

Hora das 17:00 às 18:30
Celebração oriental com mostra dos trabalhos realizados

Preçário
1 dia (sábado ou domingo) – 30€
Passe todo fim-de-semana - 45€
Aula avulso – 10€

Local: TENDA CCB
Info/Inscrições:
www.ccb.pt
213 612 697
dac@ccb.pt

Retiro no Sahara: Dança Oriental, Percussão, Voz do corpo, Yoga e Meditação no Sahara,Marrocos


O Infinito
Retiro no Deserto do Sahara, Marrocos
Yoga, Dança Oriental, Percussão e Voz
7 a 15 Junho
Iris, Baltazar, Helena Madeira


«É neste vazio horizontal, neste cenário irreal criado pelo nada que o Homem toma consciência de si, da sua força e dos seus limites.»
Depois de despertar os sentidos, no retiro/expedição de 2006, retomamos a viagem.
Desta vez, trabalhando os 5 sentidos para ir de encontro aos profundos sentidos interiores.
Despojando-nos da vivência citadina e habitual, mergulhamos na dourada suavidade do Sahara, nos dias que se perdem no tempo, perdemos as referências, para nos reencontramos onde as dunas se fundem com a imensidão indigo do céu... Mudamos de pele, e abrimos o coração à simplicidade da vivência tribal dos berberes... Vivendo plenamente cada instante de transformação e infinitude...
«A coisa mais rara do mundo é viver, a maior parte das pessoas apenas existe.»

Trabalharemos Yoga, Pranayama (respiração consciente), meditações dinâmicas (giro de inspiração Sufi) e passivas, Dança Oriental, Consciência corporal, Voz, Percussão, expressão livre...
Explorando três técnicas específicas: Percussão, Dança Oriental, A voz do corpo, bem como a fusão destas três formas de expressão artística.

Yoga, Ayurvedic Bodywork (massagem) e Meditação
Ao acordar, respiraremos activando os centros nervosos, as células, a consciência e a concentração, recuperando uma postura e bio-dinamismo mais saudáveis. De encontro às fontes naturais de energia e prazer pela sensação, consciência contemplativa e fluidez.
Compreender a natureza do corpo de cada um de nós, seus limites e bloqueios, visando superar as dificuldades e ir mais longe no que o gesto permite; através de exercícios e posturas de flexibilidade, força, equilíbrio e movimento. Trabalharemos técnicas de Pranayama (respiração consciente), meditação activa (giro de inspiração Sufi, exercícios de movimento e confiança, despertar da sensação intuitiva), Yoga, massagem e princípios de corpo Ayurvédicos, de forma a integrar o corpo e mente como um todo, fortalecer a estrutura óssea e muscular, aumentar a flexibilidade, corrigir a postura e maus hábitos instalados nos gestos correntes; estimulando, simultaneamente, a concentração, a serenidade e a observação consciente. Preparando o corpo e a mente para assimilar a Dança de forma mais profunda e consistente, despertando sensações desconhecidas, mergulhando na memória e potencial infinito que o corpo nos oferece, para o transcendermos.

Dança Oriental
A Dança acontece nas cozinhas, nos desertos, nas tendas, nos caminhos, campos de cultivo, nos casamentos, nas celebrações, nos partos, e na simplicidade de uma qualquer ocasião espontânea. Evoca gesto sagrados e quotidianos com a mesma plenitude, permitindo-nos transformar as dificuldades em serenidade e ser, plenamente, no momento!
Inspirando -se do vento, dos pássaros, dos cavalos, da emoção pura, da Natureza e seu movimento traduzido em corpo. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.
Sendo uma das mais ancestrais formas de expressão corporal do ser Humano, a Dança Oriental atravessou séculos, povos, gerações, e sobretudo, mulheres de todas as idades e condições. Assim, neste curso atravessaremos danças tradicionais do médio Oriente , folclore e danças rituais. Do Egipto a Marrocos, passando pela Turquia, deixaremos que o som e a emoção se transformem em movimento., encontrando a expressão criativa única, livre e individual de cada uma de nós. Resgataremos os gestos que nos são naturais, complementado-os com gestos que nos levam a uma expressão mais profunda e plena.
Sublimando a consciência a partir da sensação. Resgatando o sagrado feminino e a expressão essencial e orgânica de cada mulher através de culturas de movimento, melodia e simbolismos ancestrais.

A Voz do corpo
Encontro entre a consciência corporal, a meditação, a respiração e a voz.
O conhecimento da Voz como um instrumento orgânico integrando a pesquisa da anatomia e do funcionamento do corpo, através de exercícios que permitam consciencializar, mas sobretudo sentir este instrumento.
A Voz do Corpo” destina-se a quem queira escutar o corpo e quem, através dele, se queira exprimir e não a quem queira aprender a cantar.
A expressão vocal livre, sensorial nasce naturalmente de um processo centrado na respiração e no respeito do corpo.
«Esta sou.Balanço em torno da linha do EIXO.O AR dança com os meus ramos e folhas.A ÀGUA massaja a pele. O tronco enterra-se na TERRA e liga-me às raízes-FOGO.Inspiro e, dentro de mim vibra a VOZ que trespassa os poros e me liga ao Todo.Expiro e, sou espiral de Som e Movimento.”

Percussão Árabe
A terra palpita sob os nossos passos, o coração responde, vibrando, cada gesto se repercute em som.
A percussão árabe transmite não somente uma forma de interpretar a música, mas sobretudo uma forma de transformar o sentimento em música.
A partir da darbouka e dos ritmos tradicionais Árabes (malfouf, maqsoum, ciftitelly, ayoub, saidi, warda, entre outros) despertaremos a audição e o toque, para que a alma se expresse em ritmo.

Programa
Dia 0 Saída de Lisboa, às 20:00 com destino a Algeciras.
Dia 1 Passagem do Estreito de Gilbraltar. Dia livre e dormida em Chefchaouen, cheia de contraste de cores.
Dia 2 Chegada a Merzouga, no Sahara, onde os Berberes nos esperam com muita musica e dança.
Dia 3 Início do retiro
Dia 4 Viagem de camelo em direcção ao coração do Deserto do Sahara. Jantar e dormida em plenas dunas. As estrelas serão o fogo de artifício nas noites repletas de fortes emoções.
Dia 5 e6 Passeio de Jipe em pista de areia pelo Erg Chebbi, até à aldeia de Berberes Negros, com muita música e chá. Entrega de material escolar na escola local.
Dia 7 Fim do retiro
Dia 8 Saída de Merzouga com destino a Chefchaouen, onde dormiremos.
Dia 9 Saída com destino a Portugal.
Consulte: http://www.grandeaventura.pt/ (agenda)

Condições:
valor: 990€
Faça o seu plano pessoal de pagamento, e comece a pagar a partir de agora, em fracções. Contacte-nos!
Este valor inclui:
- viagens Lisboa/Marrocos/Lisboa
- todas as deslocações dentro de Marrocos
- Estadia
- Alimentação em regime de pensão completa
- Curso com os três formadores
Vagas limitadas!
Data limite para confirmação da inscrição: 15 Maio

Informações, reservas, inscrições:
Ágape: Cristina Coelho 213 856 217
965 740 326 919 393 113
agape@grandeaventura.pt
http://www.grandeaventura.pt/
Informações acerca do programa temático:Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt

Nós:
Íris
Para além da sua formação em teatro, literatura, Dança Contemporânea e Moderna, Íris encontra na Dança Oriental a sua forma Orgânica de expressão. O seu trabalho compreende uma pesquisa pessoal profunda que abrange Dança Clássica Egípcia, Danças tradicionais folclóricas e rituais do Médio Oriente, danças ciganas do mundo, Yoga, Meditações estáticas e dinâmicas e Dança Contemporânea.A sua formação passou por mestres como Shokry Mohamed, Myriam Szabo e Farida Fahmy, que inspiraram uma profunda aprendizagem simultaneamente ao nível técnico e humano. Dançou com Myriam szabo e as Salamantra, acompanhou os grupos «Les Aminches» (França), «Ciganos d’Ouro» (Portugal), entre outros . Participa, e produz o espectáculo «Danças de Negro» com Paula Lena (Argentina). Participa nos espectáculos de Hossam Ramzy, Jillina e Sharon Kihara (Bellydance Superstars), em Lisboa.Actualmente colabora com o percussionista Baltazar Molina (Dazkarieh).
Para além de se dedicar inteiramente à Dança Oriental, nas suas diferentes formas etnográficas, Iris é formada em Hatha Yoga pela International Sivananda Yoga Vedanta Certre, estuda Massagem Thai Yoga e Ayurveda, alimentação natural e é Doula.
Desenvolve um trabalho de pesquisa de movimento pessoal, baseado na integração de arquétipos mitológicos ancestrais na expressividade da Dança, e no interno espaço sagrado que a dança proporciona. Uma força espiral, girando, simultaneamente, para o interior e para o exterior. Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Helena Madeira
O seu percurso como ser humano contempla dez anos de dança (moderna, contemporânea, africana e, recentemente de uma forma mais aprofundada, a dança oriental); trabalhos intensos em pesquisa teatral; Estudo da Voz enquanto instrumento orgânico e colaboração em projectos de intervenção social onde procura desde sempre uma abordagem elástica com várias vertentes artísticas que, sirvam os objectivos sociais do indivíduo/criança.Destaca os encontros com Sofia Neuparth e Howard Sonenklar na pesquisa do Movimento e no estudo do Corpo; Fernando Nogueira e António Feio no trabalho teatral; Fernando Serafim na Voz e Chullage na intervenção Social. Actualmente, colabora como cantora em vários projectos musicais, estando também a preparar um espectáculo performativo que atravessa diversas áreas de expressão na análise da temática do “Ritual” mas também, a trabalhar repertório tradicional português.
Do ponto de vista académico é licenciada em Antropologia e em Língua e Literatura Italiana.

Baltazar Molina
Baltazar iniciou os seus estudos musicais em 1996, em guitarra clássica, tendo em 1998 descoberto a Darbuka, uma percussão cilíndrica usada em países como o Egipto, Turquia, Grécia e algumas regiões dos Balkans. A Darbuka tornou-se desde então o seu principal instrumento, juntamente com uma profunda paixão pelo «modo Egipcio» de sentir a música Árabe.
Este modo veio, na verdade, ajudar a desenvolver o seu próprio sentido de expressão de sentimentos através do instrumento que toca, para além da smples performance (com sentimento). Desde então, muitos forma os encontros, com diversas e ricas pessoas e situações que o ajudaram a manter viva e luminosa a chama da paixão. Pessoas como Shokry Mohamed (Las Pirámides – Madrid), Myriam Szabo (Bélgica), Íris , Atef Mitkal Kenawy (Musicians of the Nile), David Lacerda e Ricardo Passos e diversos projectos musicais como os Dazkarieh, Orquestrinha do Terror, Siddhartha, Les Aminches, Ensemble de Musica Árabe do Porto, Ensemble Moçarabe, Baruk Trio, Rosa Negra, entre outros.
Outros instrumentos que o acompanharam nesta viagem expressiva: Tar, Riqq, Cajon, Adufe, guitarras e pedais de efeitos.

Ron Whitehead, o poeta Americano regressa a Lisboa


Terceira semana de Junho, espectáculos com Iris e Helena Madeira
Condições a publicar brevemente

Consulte:
http://www.tappingmyownphone.com/
http://www.insomniacathon.com/

Terça-feira, Dezembro 18, 2007

Encontros de Shiva


Iris e Helena Madeira
Porto, local e data a confirmar

Shiva é o Senhor da Dança, o bailarino cósmico. Representa todos os aspectos duais, unificados, sendo por isso o senhor da individualidade. Assim, explorando som e silêncio, movimento e quietude, feminino e masculino, solar e lunar iremos ao encontro da nossa expressão pessoal.
Encontros de regeneração, de retorno, de descoberta. Exploraremos a vibração do Som das taças Tibetanas, da Voz Interior, bem como a Voz em conjunto. Fluindo com a massagem das ondas sonoras nas moléculas de Àgua do nosso Corpo. E sobre esse Corpo transformado, dançaremos. Integrando exercícios simples de respiração (pranayama), asanas de yoga e movimentos de dança oriental.

Condições:
Horário: 10h às 18h
Local: a definir
Valor: 40€
Refeição vegetariana biológica incluída
Alunas Aiga e grupos de 5 pessoas redução de 10%

Info/Inscrições:
Íris: 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt
Helena Madeira: 93 401 28 29 helenamadeira100@gmail.com

Encontros do Sol e da Lua: Yoga, Dança Oriental, Ayurveda, Alimentação e Arquétipos sazonais



Yoga, Dança Oriental, Ayurveda, Alimentação e Arquétipos sazonais
Carla Silveira e Iris
Uma sessão mensal, 9 meses de duração, de Novembro a Julho


Encontrando o Sol e a Lua, os ciclos da Terra , das estações do ano, dos astros, dos arquétipos sazonais e os efeitos destes ciclos no nosso ser.
A cada sessão, inspirar-nos-emos no ciclo sazonal da época, e com base nele faremos uma prática completa de Yoga, dança Oriental, Movimento espontâneo, meditação e alimentação natural, com os ingredientes da época e suas propriedades. Com muita partilha, criatividade e liberdade de expressão e experiência!
Despertaremos a intuição feminina, reconectando-nos à Natureza que nos envolve, redescobrindo assim a essência única de cada uma de nós. Integrando os nossos aspectos Solares e Lunares, numa dança harmoniosa com tudo o que somos e o que nos envolve.

Cada sessão tem uma temática diferente, préviamente anunciada. As sessões incluiem uma refeição, preparada por todas, com ingredientes da época, e suas propriedades. Os encontros decorrem em locais diversos, de acordo com a fase do ano em questão, sendo muitos deles ao ar-livre, à volta da encantadora serra e mar de Sintra.

Dias e datas:
Sábados*
17 Novembro
8 Dezembro
19 Janeiro
9 Fevereiro
15 Março
12 Abril
10 Maio
15 Junho
5 Julho
*datas sujeitas a alteração, todas as datas serão previamente confirmadas com as alunas inscritas

Horário: 10h às 18h

Condições (refeição incluida):
Uma sessão: 60€
Curso integral: 360€
40€ por sessão
Modo de pagamento:
Entre uma a dez vezes
Possibilidade de pagamento em cheques pré-datados
Para que a inscrição para todo o curso seja considerada o pagamento deve ser feito integralmente, ou em cheques pré-datados mensais, entregues no inicio do curso.

Info/ Inscrições:
Iris 96 514 39 73 iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt
Carla 968 221 869 carlasilveira@sapo.pt

Acerca das Orientadoras:Carla sente-se com o Yoga mais próxima de si, dos outros e da Força da
Criação. Momentos de União que vem experimentando nos últimos 10 anos,
procurando ir mais fundo a cada dia. Actualmente dá aulas de Hatha
Yoga a adultos e crianças.
A paixão pela Vida, da semente da Criação ao nascimento da Criatura,
fê-la tornar-se Doula, dá aulas de Yoga para grávidas e faz parte de
um grupo de preparação para o parto e nascimento numa abordagem
holística.
Fluindo com o que a vida lhe foi proporcionando como experiência de
aprendizagem e partilha, trabalha com Massagem Ayurvédica, Indian Head
Massage, Leitura da Aura e Reiki Estrelar.

Iris encontra na Dança Oriental a sua forma Orgânica de expressão. O seu trabalho compreende um estudo profundo que abrange Dança Clássica Egípcia, Danças tradicionais folclóricas e rituais do Médio Oriente, danças ciganas do mundo, Yoga, Meditações estáticas e dinâmicas. Para além de se dedicar inteiramente à Dança Oriental, nas suas diferentes formas etnográficas, Iris é formada em Hatha Yoga pela International Sivananda Yoga Vedanta Center Yoga, estuda Massagem Thai Yoga e Ayurveda, alimentação natural e é Doula. Desenvolve um trabalho de pesquisa de movimento pessoal, baseado na integração de arquétipos mitológicos ancestrais na expressividade da Dança, e no interno espaço sagrado que a dança proporciona. Uma força espiral, girando, simultaneamente, para o interior e para o exterior. Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Formação Intensiva Dança e Percussão Oriental, Iris e Baltazar, Lisboa


Formação Intensiva Dança e Percussão Oriental
Iris e Baltazar
Janeiro a Julho
um domingo mensal, níveis: Iniciação e Intermédio


Uma viagem ao longo de dez sessões, pelas danças do Médio Oriente e seu acompanhamento musical.A percussão dançada segundo a tradição Árabe, e os povos que desde a aurora dos tempos alquimizaram o som do coração em movimento e emoção.
Cada sessão compreende o uso de um ou diversos instrumentos de percussão Árabe, e sua técnica de Dança específica.Os sagats serão trabalhados em todas as sessões.
Depois da primeira viagem, ao longo do primeiro semestre de 2007, propomos agora um trabalho de continuação, mais profundo e detalhado.Assim, a formação divide-se em dois níveis, sendo o nível de iniciação idêntico ao que fizemos no semestre passado.
O nível intermédio consistirá em novas temáticas, frases rímicas e suas interpretações, trabalho de sagats, percussão (darbouka) e pandeireta, bem como um aprofundamento das temáticas anteriormente abordadas.


Programa temático:Iniciação:
- Instrumentos que compõem a música Oriental Clássica e folclore
- Ritmos base de percussão Oriental
- Folclore Egipcio: Balady e Saidi
- Ritmos lentos : ondulações, giros e vibrações suaves
- Drum Solo, introdução
- Sagats, introdução
Intermédio :
- Ritmos base de percussão Oriental
- Sagats
- Drum Solo, trabalho Coreográfico
- Folclore Egípcio: Balady e Saidi, com e sem bastão
- Ritmos lentos: ondulações, giros e vibrações com dinâmicas de diferentes intensidades
trabalho de chão, ondulações e vibrações combinadas
- Improvisações

Horários:
Níveis Iniciado: 14h30/17h00
Intermédio: 17h15/ 19h45
Carga horária total: 25 horas, divididas em 10 sessões

Datas:
20 Janeiro
10 Fevereiro
16 Março
13 Abril
11 Maio
1 Junho
6 Julho


Condições:
Alunas Aiga:
Curso integral: 210€
Uma sessão:35€
Dois niveis:310€
Dois níveis, uma sessão: 50€
Novas alunas:
Curso Integral: 260€
Uma sessão: 45€
Dois níveis: 360€
Dois níveis uma sessão: 60€
Número máximo de participantes por nível:9

Modo de pagamento:
Entre uma a sete vezes
Possibilidade de pagamento em cheques pré-datados
Para que a inscrição para todo o curso seja considerada o pagamento deve ser feito integralmente, ou em cheques pré-datados mensais, entregues no inicio do curso.

Local:
Casa Semente
Alvalade: Rua José Duro nº15,
na esquina dos correios da Avenida da Igreja, a 5 minutos do Metro de Alvalade

Info/ Inscrições:
Iris 96 514 39 73
aiga@sapo.pt
iris.aiga@tele2.pt

Percussão Árabe:Workshops e aulas regulares


Percussão Árabe:Workshops e aulas regulares

Aulas regulares:
Casa Semente (apartir de Janeiro)
Terças e Quintas das 18h às 19h30
Rua José Duro, nº15
esquina dos correios Av. Igreja - Alvalade
Metro Alvalade

Temporada de Abordagem à Darbuka
Percussão com Baltazar Molina
Janeiro a Julho


Esta temporada de sete meses, a decorrer entre Janeiro e Julho de 2008, tem como objectivo o desenvolvimento da capacidade de comunicação através da percussão, e neste caso específico, da Darbuka. Para tal, serão utilizadas determinadas noções, exercícios e ritmos – tendo em conta o nível em questão - que servem de trampolim para diferentes abordagens à técnica do instrumento.
A Temporada será dividida em workshops mensais, sempre no último domingo de cada mês, com vagas limitadas a 6/8 pessoas por nível.

NÍVEIS EM QUESTÃO:

Nível 0 - para quem está no primeiro/ou recente contacto com a Darbuka

Nível 1 - para quem já tem algumas noções básicas e alguma fluidez rítmica

Obs: -estará o aluno sujeito a avaliação em caso de dúvida na escolha de nível
-possibilidade de abertura de nível 2 para quem já tenha domínio intermédio

Datas: 27 Janeiro, 24 Fevereiro, 30 Março,
6 Abril (excepção),
25 Maio, 29 Junho, 27 Julho

Horários: Nível 0 - 14h30 - 16h30
Nível 1 - 17h00 - 19h00

Local: Casa Semente
Rua José Duro nº15 - Alvalade
Esquina dos correios da Avenida da Igreja
Metro de Alvalade

Valor: 30€ por Workshop

Inscrição prévia obrigatória até 3 dias antes da data do Workshop

INFO/INSCRIÇÕES:
Baltazar Molina: 96 332 70 95
baltazar9@gmail.com

Nota: trazer Darbuka.

Baltazar Molina iniciou os seus estudos musicais em 1996, em guitarra clássica, tendo em 1998 descoberto a Darbuka, uma percussão cilíndrica usada em países como o Egipto, Turquia, Tunisia, Argélia, Marrocos, Grécia e algumas regiões dos Balkans. A Darbuka tornou-se desde então o seu principal instrumento, juntamente com uma profunda paixão pelo «modo Egípcio» de sentir a música Árabe. Este modo veio, na verdade, ajudar a desenvolver o seu próprio sentido de expressão de sentimentos através da música. Desde então, muitos foram os encontros com diversas e ricas pessoas e situações que o ajudaram a manter viva e luminosa a chama da paixão, num sempre crescente processo evolutivo; pessoas como Iris, Shokry Mohamed, Myriam Szabo, Atef Mitkal Kenawy, David Lacerda e Ricardo Passos; e diversos projectos musicais como Dazkarieh, Orquestrinha do Terror, Siddhartha, Les Aminches, Ensemble de Musica Árabe do Porto, Ensemble Moçarabe, Baruk Trio, Monte Lunai, Rosa Negra, entre outros.
Outros instrumentos que o acompanham nesta viagem expressiva: Tar, Riqq, Cajon, guitarras e pedais de efeitos.

Dança de Expressão Oriental e Contemporânea


Com Helena Madeira

Este trabalho propõe a exploração do potencial expressivo do Corpo através das técnicas de Dança Oriental e Contemporânea, da Emoção e da Sensação.
Partiremos de exercícios básicos de postura, respiração, consciência corporal e flexibilidade.
Daremos ênfase e expressão a cada parte do corpo através de movimentos suaves e ondulatórios, tão característicos à Dança Oriental. Progressivamente chegaremos ao todo espiritual, à noção de “eixo” e equilibrio.
O chão enquanto Raíz. A establidade e a plena relação da Música com o Corpo.
Posteriormente, através de exercícios simples da Técnica Cunningham, “brincaremos” com o peso do Corpo, o equilibrio/desequilibrio e o “eixo”.
Vamos explorar o espaço cénico em toda a sua complexidade e a deslocação em várias direcções. A verticalidade e o chão serão abordadas de uma forma mais abrangente.
A instablidade e o desfazamento da Música com a Dança.
Finalmente, cedemos o lugar ao improviso, dando espaço ao erro e experimentação.
Este trabalho destina-se a bailarinos de dança Oriental e/ou Contemporânea, curiosos do Corpo e da Expressão. É, pois, de nível Aberto.

Casa Semente, terças das 20h15 às 21h45
Mensalidade: 30€
Helena Madeira 934012829 helenamadeira100@gmail.com http://www.myspace.com/helenasofiamadeira

Aulas de Voz por Teresa Gabriel



Fundindo as técnicas ocidentais e orientais, e aprendendo acerca do corpo e fisiologia da voz, vamos utilizar o som como medicina ancestral, cantando em harmonia para deixar o som ganhar espaço em nós, para após ganhar noções técnicas que nos permitam projectar e conduzir o som sem esforço, a voz se tornar uma ferramenta de expressão e afirmação do Poder pessoal com mais confiança, e uma forma de catarse, terapia e transformação emocional.

Às terças-feiras na Casa Semente às 19h
Valor: 25 euros por mês ou 8 euros por aula avulso
www.myspace.com/teresagabriel37

Folclore Oriental: Hagalla, Nuba e Haligee com Paula Lena


Oficina intensiva de Danças Orientais Tradicionais: Hagalla, Nuba e Khallegi
15, 16 e 17 Fevereiro

Espectáculo dia 17 Fevereiro, Teatro Ibérico

Aiga e Estudio de Danza Las Pirámides trazem a Lisboa, pela segunda vez, Paula Lena.
Depois do seu trabalho Neo Balady, é com prazer que a Aiga recebe novamente Paula Lena, desta vez para uma formação intensiva de Danças Tradicionais do Médio Oriente: Nuba, Hagalla e Haligee.

Oficina intensiva de Danças Orientais Tradicionais: Hagalla, Nuba e Khallegi
Dança Hagalla
Nos oásis egípcios, quando uma jovem se casava, fazia-o através de uma cerimónia na qual estavam presentes todos os seus pretendentes. Nesta celebração, os possíveis noivos sentavam-se em fila e a noiva bailava frente a eles. Enquanto dançava escolhia o seu futuro marido, ajoelhando-se frente a ele. Neste momento ele mostrava o que podia oferecer-lhe. Se ela aceitasse tirava ao noivo a sua echarpe, rodeando-o com ela, e iam para a tenda. Então, os pais dos noivos legalizavam o casamento. Se não aceitasse, a noiva continuava a dançar até decidir qual o pretendente que mais lhe agradava. A esta dança dá-se o nome de Hagalla, que significa algo semelhante a saltitante.
Sexta:18h30 / 22h30

Dança da Nubia
A dança Nubia é a dança do povo núbio. A Núbia é uma nação sem estado, são um povo que vive entre o Sudão e o Egipto. Esta dança é dançada em celebrações pelos homens e mulheres núbios, é uma dança de grupo e de muita com comunicação entre os que dançam. Por isso, pelo ritmo simples da sua música, assim como pelos seus movimentos, é muito agradável dança-la. A base são movimentos também presentes na dança oriental, como as deslocações laterais da cabeça e certos movimentos de ombros e peito. A fila de dançarinos, dança em uníssono ou em cânon, formando figuras geométricas no espaço ou dançando a dois.
Sábado:10h00/14h00

Dança Haligee
Esta dança é originária do Golfo Pérsico, alguns dizem que da Arábia Saudita. Ainda que tenha em alguns movimentos algumas semelhanças com o Zaar, a dança Haligee tem outra conotação e outro objectivo. É uma dança de celebração, como um jogo entre mulheres e também entre os homens que eventualmente observam. O curioso nesta dança, é que contrariamente a outras danças folclóricas árabes femininas não se centra na ancas e no peito, nem no ventre. Podem reconhecer-se movimentos das mãos , cabeça e pés, mas difere muito da dança do ventre. O uso de uma túnica ampla de corte específico e antiquíssimo, deixa o corpo em total liberdade e, simultaneamente, oculto. A brincadeira, o jogo e a ousadia são vividos e representados nesta dança por meio de ágeis deslocamentos e movimentos ondulantes de braços, cabeça e pescoço. De vital importância no Haligee é o cabelo da mulher que dança – considerado em várias culturas objecto de sedução inigualável – com os movimentos do pescoço, o cabelo é agitado e direccionado como se tivesse vida própria. Assim, a feminilidade e sensualidade experimentada nesta dança varia das outras danças folclóricas orientais.
Domingo: 10H00 / 14h00

Programa Geral do curso:
Duração total: 4 hs.
Leitura de textos históricos e testemunhos da dança em questão.
Aquecimento - entrada no calor
Movimentos de dança e sua utilização.
Danças dirigidas pela professora.
Descanso físico com mostras de vídeo da dança em questão.
Revisão peral dos movimentos.
Improvisações em grupo e a pares.
Comentarios sobre as improvisações, esclarecimento de dúvidas que posma surgir.

Material necessário:
* roupa confortável
* papel e lápis
* véu ou pano ( 2 m aprox.)
Consulte: www.paulalena.com.ar

Condições:
Local: CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais
Valor:
Um módulo: 55€
Dois módulos : 100€
Três módulos: 120€
Desconto de 10% para alunas Aiga e grupos de 4 pessoas.
Desconto de 15% para grupos a partir de 6 pessoas.
Inscrições a partir de 10 de Fevereiro acréscimo de 10%.

Espectáculo «Ciganas (de verdade e de mentira) Antropologia e Fantasia»
Um espectáculo que descreve o trilho dos ciganos, suas tradições e modo de vida, atravessando India, Egipto, Pérsia, Turquia, Balcãns, Espanha, cruzando-se com o imaginário cigano até onde a fantasia e a liberdade podem levar...
com Paula Lena, Magali Freire, Iris, Baltazar Molina, Helena Madeira e outros convidados especiais...
Teatro Ibérico, 17 de Fevereiro
Horário e condições a publicar brevemente

Info/inscrições:
Iris 96 514 39 73
aiga@sapo.pt
iris.aiga@tele2.pt

Oriental Dance Technique, Drum solo, Iris in Amsterdam


Intensive workshops 7 and 8 Mars

Performance
The red Tent
8 Mars


Drum solo
Drum solo is a rich and unique expression of Oriental Dance.
In the Oriental dance traditions, the dancer becomes the music. She is the material expression of the immaterial sound. So, all drum variations come out of one’s body, from the slightest detail to the strongest beat.
In this workshop we will learn about the different oriental instruments of percussion, their specific sounds and the way to dance to each of them. We will focus strongly on Shimis, correcting postures, developing the firmness of the centre of the body, working weight and balance, as well as strength and muscular relaxation in order to develop a stable, energetic and non-exhausting shimi technique.
We will see different forms of Shimi: whole body, right and left hips (combined and single), pelvic, abdominal, breast and shoulder. Combining shimis with undulations, drops and accentuations, separating and coordinating the inferior and superior parts of the body. Developing a strong technique based, simultaneously, on resistance, centre and mostly relaxation in order to keep a flowing, pleasant and natural movement.
Schedule:

Arabic flamenco
Flamenco is said to have been born in Andalucia, where Jewish, Arabic and gipsy people mixed with the Hispanic residents, and from their traditions Flamenco was born. Borrowing movements and musical features from all of them, mixing it into a unique style of emotional and artistical expression.
In this workshop we will seek the oriental similarities within flamenco, giving the subtle oriental movement the strong expression of flamenco postures. Fusing both languages into one, the soft becomes powerful, and the strong becomes dense. Working the center of the body, the root, the link to earth. Combining undulations, whirlings, suspensions, and open postures, as well as intense vibrations, wide arms and expressive hands moving as flames. Spicing it with creativity and the unique colours of each own feelings, allowing the deepest intensity, passion and authenticity to become dance. Schedule:

Required material: Comfortable and stretching clothing, cotton scarf for the head and hip, Yoga mat, note pad and crayons

The Red Tent
Performance 8 Mars

The red tent was the place where pre-Arabic women lived all their feminine cycles. This was an exclusively feminine tent, and here women would withdraw the outside world when they were menstruated (when the moon was in their blood), here they would give birth to their children and live their menopause, here they would prepare medicine for the tribe, here they would take care of each other, sharing beauty, hygiene, stories and experiences. Here they would discuss how to raise their children, here they would share rituals, joys, tears and prayers. Here they would transform, grow old, and have the experience of the sacred feminine.
Unlike the Greek genivceus this was not a tent made for men to exclude and enclose their women, this was a place women created for themselves, a sacred place to preserve a circle of feminine experiences. Eventually, the red tent transformed into the Hamam, where oriental women still share their lives and intimacy.

A performance of Oriental culture and it’s expression throughout different countries (Turquie, Egypt, Greece, Morocco, Spain (Andalucia) .From secular folklore to contemporary interpretations, from classical dance to creative fusions.

This performance is not a dance show, but an invitation inside the red tent, I’ve once read that inside the harem, dance was a form of prayer, that women performed to one another. So, here we will share through dance the continuous flow of live within us. From young maid and daughter to sister, from lover to mother, from warrior to crone. The ever changing experience of being a woman, of having the blood as changing as tides within us, uniting all cultures in the dance of women.
Program :- Salomé: Undressing the veils and the perpetual movement
Classic Oriental and whirling
- The Huntress : from darkness to light
Sword
- The water Dance
Classic Egyptian
- Alchemy : from destiny to freedom
Fado, Portuguese guitar in a free dance interpretation
- The Fire : flames of purity and desire
Arabic flamenco
- Do you know my power?
Interpretation of a Greek song to the wisdom Goddess Athena, with finger cymbals
- Desert and Infinity
Berbere folklore from the Moroccan Sahara

Information/ application/ tickets:
Sara 0031 643895306

Íris finds in Oriental Dance her organic form of expression. Having studied literature, theatre and contemporary dance, she studies Oriental Classical and traditional dances, as well as Sufi whirling with Shokry Mohamed, Myriam Szabo (with whom she also studies Gypsy fusion dances), and Farida Fahmy, amidst others. Besides a broad work in Classical Egyptian Dances, Traditional, folkloric and ritual middle eastern dances, gypsy and Greek dances, and creative fusion, Iris is formed in Hatha Yoga by the International Sivananda Yoga Vedanta Centre, she studies Flamenco with Rosario Peinado and Sofia Abraços, Thai Yoga and Ayurvedic massage, natural nutrition and she is a Doula. She has performed with Jillina and Sharon Kihara (Belly dance Superstars), Hossam and Serena Ramzy , Myriam Szabo and the Salamantras, Paula Lena, amidst others, in Portugal, Spain and France.
She develops a personal work of movement research, based on the female body and bio-energy, and the integration of mythological archetypes in dance expression. Releasing the inner sacred space dance provides. A spiral force, whirling, inwards and outwards. Poetry of wind and skin, Moonlight inspiration…
www.myspace.com/lejardindiris

Encontros da Lua


Uma sexta-feira por mês, reune-se, em casa da Rita, um maravilhoso e mágico sítio em Matosinhos, um círculo de Mulheres.
Cada noite de cada mês, um tema diferente é trabalhado, de acordo com o ciclo da Terra do momento. Cozinhamos um jantar vegetariano com alimentos da época, propriedades medicinais e nutritivas dos mesmos, histárias associadas. Falamos da Terra e da forma como nos inspira e, sobretudo, como nos influencia, falamos do corpo, da saúde natural, dos costumes Orientais (Ayurveda), da experiência e vivência femininas. Contam-se histórias...
Enquanto cozinha o jantar, dançamos, meditamos, aprendemos massagens. E a noite vai passando...

Hora de chegada: a partir das 18h
Marcações: Rita 91 846 89 92
Condições: 25€ por pessoa
Datas: 21 Setembro, 26 Outubro, 23 Novembro, 25 Janeiro, 22 Fevereiro, 28 Março, 25Abril, 23 Maio, 27 Junho

FORMAÇÃO INTENSIVA 2007/2008 Arabesk, Gaia


FORMAÇÃO INTENSIVA 2007/2008
Técnica Oriental, Folclore, Danças Tradicionais e Rituais do Médio Oriente
Iris
Arabesk, Gaia


A dança Oriental é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia.Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa,sendo uma prática preparatória para os diferentes ciclos hormonais da mulher e para o parto. Uma simples celebração da natureza, dos elementos e da vida quotidiana.É uma das mais ancestrais formas de expressão corporal do ser humano. Inspirada na observação da natureza, foi desde Dança Sagrada, a Dança Popular, atravessou os povos tribais do Egipto, Mesopotâmia, Síria, babilónia, suméria, Trácia, Grécia, até ao mundo Árabe e Otomano, a Dança Oriental atravessou povos e gerações, e, sobretudo, mulheres de todas as idades e condições.A Dança acontece nas cozinhas, nos desertos, nas tendas, nos caminhos, nos campos de cultivo, nos casamentos, nas celebrações, nos partos, e na simplicidade de uma qualquer ocasião espontânea. Evoca gestos sagrados e quotidianos com a mesma plenitude, permitindo-nos transformar a dificuldade em serenidade e ser, plenamente, no momento!
Inspirando-se do vento,dos pássaros, dos cavalos, da emoção pura,da Natureza e seu movimento traduzido em corpo. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.
Aliando a Dança e cultura Orientais a conceitos de Yoga, Pranayama, Ayurveda e massagem, para sublimar a consciência a partir da sensação. Resgatando o sagrado feminino e a expressão essencial e orgânica de cada mulher através de culturas de movimento, melodia e simbolismos ancestrais.
Trabalharemos danças tradicionais do Egipto (Nuba, Hagalla, Balady, Saidi), folclore berbere e beduíno, técnica Oriental. Dançaremos no ondular suave e firme dos países do Sol nascente.
Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Níveis: Iniciação, Intermédio/avançado
Duração:10 sessões, de Setembro a Junho
Datas: 4º sábado de cada mês
Excepções:- Dezembro não haverá aula, interrupção de Natal- Páscoa 23 Março (4º domingo); como este mês tem 5 semanas, a aula passará para dia 30 (5º domingo)- Junho, para além de dia 28 (4º sábado), teremos aula dia 21
Celebração Oriental:Apresentação dos trabalhos: Junho, dia 28
Horários:
Iniciação: 14h30/16h30
Intermédios/Avançados: 16h30/19h00
Carga horária total: Iniciação: 20 horas
Intermédios/Avançados: 25 horas

Informações/ Inscrições:
http://www.arabesk.com.pt/
Arabesk – Estúdio de Cultura Hindú Arábica
Rua Soares dos Reis, 1043 - Vila Nova de Gaia
Tel.: 227130970 Telem.: 932208249
dancadoventre@arabesk.com.pt

INICIAÇÃO
Objectivos:
. Promover a consciência corporal, revitalizando os sistemas circulatório, muscular e ósseo, a partir de exercícios de melhoramento e correcção postural, respiração, coordenação e isolamento de movimentos.
. Desbloquear tensões físicas, psicossomáticas e emocionais, de forma a promover o relaxamento e controle gradual das diversas partes do corpo.
. Revitalizar os sistemas digestivoe reprodutivo, melhorando a função dos órgãos internos através do estímulo da circulação sanguínea e oxigenamento.
. Estimular um equilíbrio entre contracção e descontracção musculares (sobretudo da zona abdominal, pélvica e dorsal), de forma a reestruturar, reafirmar e fortalecer estas zonas, permitindo-lhes simultaneamente mobilidade e versatilidade, em pleno respeito e melhoramento da estrutura anatómica feminina.
.Promover uma crescente sensação de bem estar, tranquilidade e plenitude, deixando o corpo responder espontaneamente aos estímulos musicais e de movimento propostos.
. Desenvolver a auto-estima, a feminilidade, e a comunicação.
. Desenvolver a sua linguagem corporal individual, expandindo o seu vocabulário e potencialidades, através de movimentos de dança milenarmente utilizados pelas mulheres orientais.
. Desenvolver a intuição corporal e a criatividade, promovendo um processo de contemplação e aceitação do corpo, ao invés de controle.
. Promover uma relação corpo/mente harmoniosa e fluida.
.Facilitar a concentração e relaxamento.
. Introdução à cultura e costumes do Médio-Oriente, bem como compreensão dos objectivos físicos, culturais e por vezes sagrados dos movimentos propostos.
. Integrar e reconhecer os elementos (terra, água, fogo, ar) dentro de si e em seu redor.
. Desenvolver e criar um espaço para o «Sagrado Feminino»: encontrar o corpo como templo, e compreender a forma como pode desenvolver e manifestar o que somos e a nossa espiritualidade.

Programa:
As aulas de Iniciação serão compostas de exercícios básicos de postura, respiração, alongamento e consciência corporal.Partimos da sensação para despertar e revitalizar cada parte do corpo. Trabalharemos movimentos básicos de dança, que permitam ilustrar física e emocionalmente a música sobre a qual dançaremos de forma simples, fluida e livre. Criaremos um alicerce consistente para os seguintes níveis de Dança.
Setembro: Técnica base, movimentos circulares, respiração, trabalho de isolamento de peito e bacia, breve história da Dança Oriental
Outubro: Técnica base, ondulações e vibrações
Novembro: Técnica base, acentuações e braços
Janeiro: Técnica base, trabalho de braços e movimentação no espaço
Fevereiro: Técnica base, a música Oriental, início da construção coreográfica
Março: coreografia, introdução ao folclore egípcio
Abril: coreografia, folclore egípcio, improvisação
Maio: os 5 elementos que nos compõem e sua expressão dançada
Junho: Danças em grupo, Revisões, improvisações em grupo e a solo
Nota: Todas as sessões incluem exercícios de postura, respiração, alongamentos, consciência corporal e meditação. O trabalho da Dança como um todo, integrando corpo, mente e espírito numa só unidade.
Material necessário:
. Roupa confortável
. Lenço para atar em torno da anca
. véu, quando solicitado
. Caderno e lápis de cor
. Boa disposição e abertura de espírito!
INTERMÉDIO/AVANÇADO
Objectivos:Para além da consolidação dos aspectos mencionados nos objectivos de iniciação, para o nível Intermédio/avançado pretende-se:
.Relacionar elementos internos (emotividade, criatividade) e externos (terra, fogo, ar e água traduzidos em movimento e uso de acessórios relacionados)
. Plena noção e integração da postura (óssea e muscular) e respiração adequadas.
.consciência do impacto anatómico dos movimentos e exercícios solicitados, bem como sua estrutura simétrica específica.
. Conhecimento do suporte cultural que enforma as danças a trabalhar, sendo para tal recomendada bibliografia específica.
.Conhecimento dos ritmos base da percussão Oriental.
.Conhecimento dos estilos musicais base, respectivas danças, trajes e costumes culturais relacionados.. Criatividade e expressão corporal individual dentro da improvisação e composição coreográfica – introdução.
Programa:
Setembro/Outubro:- Ondulações e vibrações combinadas, trabalho de bandeja e equilíbrio- Sagats
Novembro: - Folclore Egípcio: Balady e Saidi, vibrações e acentuações com e sem bastão- Sagats
Janeiro:- Folclore Egípcio: Dança do Cântaro- Nuba- Sagats
Fevereiro:- Folclore Berbere (Marrocos)- Introdução ao giro Sufi (Turquia)- Sagats
Março:- Danças Rituais: Zaar (Egipto)- Danças de cabelo: Khallegi (Golfo Pérsico)- Giro Sufi- Sagats
Abril:- Hagalla (Folclore Beduíno)- Introdução a danças com pandeireta (Riq)- Giro Sufi- Sagats
Maio: - Danças com Pandeireta- Dabke (Síria)- Sagats
Junho:- Danças com velas e trabalho de chão- Danças em grupo, Revisões, Improvisações- Sagats
Nota I : Todas as sessões incluem exercícios de postura, respiração, alongamentos, consciência corporal e meditação. O trabalho da Dança como um todo, integrando corpo, mente e espírito numa só unidade.
Nota II: Todas as sessões incluem uma abordagem teórica acerca da história e tradições culturais, trajes e costumes associados a cada dança, bem como a localização geográfica de origem da mesma.
Material necessário:
. Roupa confortável (de preferência calças que permitam ver claramente o movimento das pernas)
. Lenço para atar em torno da anca (pode trazer cinto de moedas, mas use-o apenas quando solicitado). bastão, nas aulas previstas. sagats, nas aulas previstas
. cântaro, nas aulas previstas
. bandeja, nas aulas previstas
.Djalaba (túnica longa), na aula de Fevereiro
. Caderno e lápis de cor
. Boa disposição e abertura de espírito!
Avaliação:
.No final do ano lectivo será entregue a cada aluna um certificado com comentários da orientadora acerca da sua evolução pessoal.
. Para o nível iniciado será aconselhada, ou não, a transição de nível.
.Serão aconselhados trabalhos de casa para ambos os níveis, quer para todo o grupo quer pessoalmente, de acordo com as necessidades globais das alunas e específicas de cada uma.
. As alunas de nível Intermédio/Avançado terão apresentações na aula dos trabalhos de casa solicitados, constituindo esta uma parte importante da avaliação.
. As alunas de nível Intermédio podem, caso a orientadora considere necessário tendo em conta o seu nível de conhecimentos, ser aconselhadas a frequentar simultaneamente o nível de Iniciação.
. A avaliação tem em conta o desempenho nas aulas, a evolução pessoal de cada aluna, a interacção no grupo, a criatividade e improvisação, bem como a participação na Celebração Oriental, onde serão apresentados os trabalhos individuais (Intermédios) e de grupo (ambos os níveis), construídos durante o ano-lectivo.
Assiduidade:
. No total dos 10 meses de curso é permitido um máximo de 3 faltas. Acima deste número a avaliação não será feita por se considerar falta de elementos para o efeito.
.A assiduidade é imprescindível para conseguir resultados sólidos e uma evolução coesa e sistemática. É também vital para a evolução do grupo que todos os elementos estejam presentes com a máxima frequência, desta forma os conteúdos propostos serão mais facialmente assimilados quer pela aluna, quer pelo grupo em que se insere.
. Em caso de falta, serão propostos trabalhos de casa de compensação a fim de que não perca matéria, não se atrasando em relação ao grupo.
Pontualidade:
.A aula começará no máximo 10 minutos após a hora prevista. Para que possa usufruir de todo o aquecimento e trabalho previsto solicitamos que não se atrase.

Formação Intensiva de Danças do Mundo, Braga


DANÇAS DO MUNDO
Dançando o Mundo que nos Dança
Formação Intensiva,Braga
Setembro a Junho

Bharata Natyam: Dança Clássica do Sul da Índia Tarikavalli
Dança Oriental e fusão Rom /Oriental Íris
Flamenco Sofia Abraços


Entre nós existe um Mundo. Expressões de culturas ancestrais, mais longínquas ou mais próximas.
Um Mundo que palpita com o ritmo sincopado do coração, que respira com o vento, que flúi em marés como as águas e que se apaixona em êxtase de fogo….
Um mundo tão variado como o Sonho e o Ser! Um Mundo que em nós dança…E por nós é dançado…
Nesta formação propomos uma viagem, ao mundo interno e a mundo que nos rodeia. Atravessando 6 trabalhos diferentes, dançaremos o Flamenco de Espanha, Dança Clássica do Sul da Índia, Dança Oriental, Dança Rom (Cigana). Rodopiaremos, fecharemos os olhos, Respirando, encontraremos a sensação, a meditação, a música que nos percorre e se transforma em voz do corpo.Vivendo o corpo como um todo, trabalharemos o aspecto sagrado e terapêutico da alimentação.Descobrindo costumes e tradições de outros recantos do mundo, redescobrindo visões, despertando sensações.
A cada domingo do mês, uma disciplina diferente, que todos os meses se repete.
Para um trabalho intensivo, progressivo, profundamente transformador, pleno de liberdade criativa e inspiração!


Bharata Natyam - Dança clássica do Sul da Índia - Tarikavalli
De acordo com os livros sagrados da Índia, a dança tem uma origem divina. Parvati inventou a graciosa dança «lasya» e o seu esposo Shiva-Nâtarâja, o rei da dança, rivalizou com ela com o modo viril «tandava». O espectáculo encantou todos os deuses, os quais pediram a Brahma, o Criador, que revelasse alguns elemento deste conhecimento entre os homens. Brahma ensinou-os ao sábio Bharata, que os codificou num tratado em sanskrito: o Nâtya-Shâstra, há cerca de 2000 anos.O sábio Bharata é, sem dúvida, um ser mítico: o seu nome, segundo os historiadores modernos, será composto pela primeira sílaba das palavras «bhâva», «râga», e «tâla», que significam: emoção, melodia e ritmo, as três qualidades essenciais da dança na Índia.
O Bharata Natyam caracteriza-se por linhas simétricas e geometricamente perfeitas, por voltas, saltos, deslocamentos por todo o espaço cénico e golpes com os pés que marcam ritmos complexos. À técnica pura acrescenta-se o abhinaya: expressões da cara acompanhadas de gestos das mãos (hasta) e posturas do corpo (anga) para interpretar os poemas e os hinos cantados.Esta arte, que se confunde com o sagrado, restitui ao homem o sabor da sua origem. Tudo na dança da Índia remete para o Significado, para o ensinamento profundo, juntamente com o prazer estético e a alegria que desperta. «Onde a mão vai, é seguida pelo olhar, onde o olhar pousa vai o espírito, onde o espírito vai está o coração, e lá onde se encontra o coração, encontra-se a realidade do Ser.» Abhinaya Darpa


Flamenco, Sofia Abraços
Entre palmas, compasso, ritmo. Entre sapateados, voltas, sais que rodopiam, o Fogo Flamenco! Proponho ensinar neste curso passos e movimentos de tango Flamenco, finalizando com uma pequena coreografia deste mesmo " compàs". O Tango Flamenco é um dos estilos básicos do Flamenco, a sua aparição histórica é bastante tardia comparativamente a outros estilos de cantes e bailes Flamencos. Este é um género que permite à "bailahora" brincar e seduzir nos seus movimentos, resultando em momentos de muita sensualidade.


Dança Oriental: Clássica, Folclore, Danças Rituais, Fusão Rom Íris
A Dança acontece nas cozinhas, nos desertos, nas tendas, nos caminhos, campos de cultivo, nos casamentos, nas celebrações, nos partos, e na simplicidade de uma qualquer ocasião espontânea. Evoca gesto sagrados e quotidianos com a mesma plenitude, permitindo-nos transformar as dificuldades em serenidade e ser, plenamente, no momento! Inspirando--se do vento, dos pássaros, dos cavalos, da emoção pura, da Natureza e seu movimento traduzido em corpo. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.Sendo uma das mais ancestrais formas de expressão corporal do ser Humano, a Dança Oriental atravessou séculos, povos, gerações, e sobretudo,mulheres de todas as idades e condições. Assim, neste curso atravessaremos danças tradicionais do médio Oriente , folclore e danças rituais. Do Egipto a Marrocos, passando pela Turquia, deixaremos que o som e a emoção se transformem em movimento.
Trabalharemos a liberdade e êxtase das danças ciganas dos Balkans (Grécia., Turquia, Macedónia), as suas formas orientais ousadas e quentes. Aliando a Dança e cultura Orientais a conceitos de Yoga, Pranayama, Ayurveda e massagem, para sublimar a consciência a partir da sensação. Resgatando o sagrado feminino e a expressão essencial e orgânica de cada mulher através de culturas de movimento, melodia e simbolismos ancestrais.


Programa Temático:
Setembro:
Dança Oriental: Nível Iniciado Técnica base, movimentos circulares, respiração, trabalho de isolamento de peito e bacia
Nível Intermédio: Danças Rituais: Danças de cabelo
Fusão Rom: técnica base, sapateados e ondulações
Outubro:
Dança Oriental: Nível Iniciado Técnica base, ondulações e vibrações
Nível Intermédio: Ritmos base da percussão Oriental e movimentos específicos
Fusão Rom: trabalho de braços e postura, inicio da construção coreográfica
Novembro:
Dança Oriental: Nível Iniciado Técnica base, acentuações e braços
Nível Intermédio: Ritmos base da percussão Oriental e movimentos específicos II Fusão Rom: giros, construção coreográfica
Janeiro:
Dança Oriental: Nível Iniciado Técnica base, trabalho de braços e movimentação no espaço
Nível Intermédio: solos de percussão e Saidi (folclore Egípcio)
Fusão Rom: giros, trabalho de braços e postura, coreografia
Fevereiro:
Dança Oriental: Nível Iniciado Técnica base, início da construção coreográfica
Nível Intermédio: Saidi e balady (folclore Egípcio), Dança do Cântaro
Fusão Rom: coreografia, deslocações no espaço, introdução ao trabalho de xaile Março:
Dança Oriental: Nível Iniciado coreografia, introdução ao folclore egípcio
Nível Intermédio: Dança Oriental Clássica introdução, trabalho de véu
Fusão Rom: trabalho de xaile, percussão corporal
Abril:
Dança Oriental: Nível Iniciado coreografia, folclore egípcio, improvisação
Nível Intermédio: Dança Oriental Clássica: ondulações e vibrações combinadas, Véu Fusão Rom: danças gregas Zorba e Kalamatiano
Maio:
Dança Oriental: Nível Iniciado os 5 elementos que nos compõem e sua expressão dançada
Nível Intermédio: coreografia clássica, trabalho a pares
Fusão Rom: trabalho de saia Junho: Revisões, improvisações em grupo e a solo
Nota: Todas as sessões incluem exercícios de postura, respiração, alongamentos, consciência corporal e meditação. O trabalho da Dança como um todo, integrando corpo, mente e espírito numa só unidade. Aconselha-se a prática de Pranayama e meditação para um trabalho mais completo.

CALENDÁRIO E PROGRAMA:
1º Domingo de cada mês: Bharata- Natyam, Dança Clássica do Sul da Índia 14h30 às 17h30
3º Domingo de cada mês: Flamenco 14h30 às 17h30
4º Domingo de cada mês:
Meditação e Pranayama 10h00 às 11h00
Dança Oriental: Nível iniciado: 11h00 às 13h00 Intermédio: 14h00 às 16h00
Dança Oriental Fusão Rom (Cigana) 16h00 às 17h30

Início:
23 Setembro (4º domingo)
Interrupções:
Natal: domingos 23 e 30 Dezembro (4º e 5º)
Páscoa 23 Março (4º domingo); como este mês tem 5 semanas, a aula passará para dia 30 (5º domingo)
Fim: 29 Junho, Celebração de encerramento
Almoço com apresentação dos trabalhos realizados durante o ano-lectivo e performances das orientadoras

Condições:
Curso Completo:
Carga horária: 125h
Curso completo por disciplina:
Bharata-Natyam ou Flamenco:
Carga horária: 30H
Dança Oriental 1 nível: 20h
2 niveis: 40h
Dança Oriental Fusão Rom:
Carga horária: 15H
Meditação e pranayama :
Carga horária: 10h

Combinação de disciplinas: Duas, redução de 10% Três, redução de 15% Quatro: redução de 20% Cinco: Redução de 25% Seis: redução de 30% Estas reduções são calculadas sobre a soma do valor total das disciplinas escolhidas. Aula avulso: Um mês: Possibilidade de parcelar o pagamento em várias vezes, contacte-nos!Vagas limitadas! As inscrições devem ser feitas por mail ou telefone, no máximo até ao domingo anterior a cada aula.

Informações, reservas, inscrições:
Ana Caridade: 96 5550 22 69 Milita: 91 949 25 84
atcaridade@hotmail.com

Informações sobre programa temático e orientadoras: iris.aiga@tele2.pt

Bharata Natyam: Dança Clássica do Sul da India, aulas regulares 2007/2008


Bharata Natyam:
Dança e Música Tradicional do Sul da Índia
Tarikavalli

Aulas regulares:
Sábados
Crianças: 11h Adultos: 12h
CDO
Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio Cais do Sodré/ Cascais

Informações:
936 542 805
tarikavalli@netcabo.pt
Consulte: www.madrugada-cigana.com/tarikavalli

O que é o Bharata Natyam?
De acordo com os livros sagrados da Índia, a dança tem uma origem divina.
Parvati inventou a graciosa dança «lasya» e o seu esposo Shiva-Nâtarâja, o rei da dança, rivalizou com ela com o modo viril «tandava». O espectáculo encantou todos os deuses, os quais pediram a Brahma, o Criador, que revelasse alguns elementos deste conhecimento entre os homens.
Brahma ensinou-os ao sábio Bharata, que os codificou num tratado em sanskrito: o Nâtya-Shâstra, há cerca de 2000 anos. Refere-se, geralmente, que terá sido escrito entre o séc. II a. C. e o séc. II d. C. O sábio Bharata é, sem dúvida, um ser mítico: o seu nome, segundo os historiadores modernos, será composto pela primeira sílaba das palavras «bhâva», «râga», e «tâla», que significam: emoção, melodia e ritmo, as três qualidades essenciais da dança na Índia.
O Nâtya-Shâstra, considerado como o quinto Veda, é uma obra enciclopédica que reúne todos os conhecimentos relativos à dança, ao canto, à música, à poética, à recitação e à arte do teatro.
Diferentes regiões da Índia desenvolveram o seu próprio estilo clássico. O Bharata Natyam, no sul, é um dos mais antigos. Tendo permanecido fiel às regras enunciadas no Nâtya-Shâstra, dividiu-se em vários ramos, tais como a célebre escola de Pandanallur (aldeia situada perto de Tanjore, Tamil Nadu). Saído desta escola, o mestre Natyakalanidi Meenakshi Sundaram Pillai foi uma figura essencial na renovação desta dança nos anos 40. Ele é descendente dos quatro irmãos Tanjore (Quarteto Tanjore Brothers) que fixaram a forma do recital de Bharata Natyam tal como o podemos ver hoje em dia, do Alaripu ao Tillana. Entre os seus discípulos, é de referir Ram Gopal, que se destacou pela sua carreira internacional, bem como o casal U.S.Krishna Rao e Chandra Bhaga Devi, célebres pelos seus escritos e composições.
Actualmente, os mestres continuam a dar vida ao Bharata Natyam, criando coreografias e novos passos, de acordo com os cânones tradicionais. Todas as danças são dedicadas a divindades; elas representam cenas das suas vidas: os seus reveses, os seus combates com os demónios, as histórias glorificantes dos seus devotos...
As Devadasi (Servidoras da Divindade) interpretavam estas danças nos templos, numa sala que lhes estava consagrada. Tratava-se de uma oferenda ritual aos deuses. As Devadasi transmitiam esta arte entre si, de mãe para filha. Nos nossos dias já não se dança nos templos, mas o ensino de mestre para aluno continua a estar sob a protecção dos deuses. O repertório musical é constituído por trechos de textos religiosos ou composições de grandes poetas, santos ou místicos.
A bailarina é tradicionalmente acompanhada por uma orquestra composta por um mestre de dança, que marca ritmicamente os passos com pequenos címbalos e que recita as sílabas rítmicas, por um cantor, por um percussionista (mridangam), por um instrumentista de cordas (vina ou violino) e por um flautista.
O Bharata Natyam caracteriza-se por linhas simétricas e geometricamente perfeitas, por voltas, saltos, deslocamentos por todo o espaço cénico e golpes com os pés que marcam ritmos complexos. À técnica pura acrescenta-se o abhinaya: expressões da cara acompanhadas de gestos das mãos (hasta) e posturas do corpo (anga) para interpretar os poemas e os hinos cantados.
Pode ler-se no tratado ABHINAYA DARPANAM, o «Espelho do Gesto», o seguinte: «Où va la main l'oeil la suit; là où va l'oeil, va l'esprit; là où va l'esprit se trouve le coeur; là où se trouve le coeur est la réalité de l'être». Esta realidade interior é despertada, não só na bailarina, mas também nos espectadores. Esta arte, que se confunde com o sagrado, restitui ao homem o sabor da sua origem. Tudo na dança da Índia remete para o Significado, para o ensinamento profundo, juntamente com o prazer estético e a alegria que desperta.
NOTA: Actualmente, o Bharata Natyam é interpretado tanto por homens como por mulheres, com determinadas variantes técnicas.

Tarikavalli inicia a sua formação artística com o estudo do ballet clássico, aos oito anos de idade, no Conservatório de Bondy (Paris), sob a orientação da professora Sonia Goudal. A partir dos dezanove anos ingressa na escola de dança «Paris Centre», onde se forma em dança contemporânea, com Françoise Granier, até aos vinte e três anos. No ano seguinte estuda Hatha Yoga com a mestra Liliane Arlen na Escola Pleyel (Paris).Aos vinte e quatro anos inicia-se na arte do Bharata Natyam com Smt Amala Devi (professora convidada da Ópera de Paris), na Universidade La Sorbonne-Paris IV. A descoberta desta dança clássica indiana iria ser decisiva na evolução da carreira artística de Tarikavalli. Após vários anos de trabalho intensivo, Smt Amala Devi envia Tarikavalli ao célebre casal de bailarinos-coreógrafos U.S.Krishna Rao e Smt Chandrabhaga Devi (discípulos de Meenakshi Sundaram Pillai) em Bangalore.
De 1991 a 1997, Tarikavalli constrói um vasto e complexo repertório no seio da escola «Maha-Maya», fundada e gerida pelo referido casal. A partir de 1993, inicia a montagem das suas primeiras criações em Paris. Em 1994, começa a redigir as traduções literais dos textos das suas coreografias, com Smt Vasundhara Filliozat. Em 1995, realiza o seu Arangetram (espectáculo/exame final) em Bangalore. Em 1996, recebe uma bolsa de estudo do Governo indiano. Em 2000, conhece Sri Dayalasingam (discípulo de Adyar K. Lakshman), mestre de dança, em Paris. Prossegue a sua formação, com o seu acompanhamento, e participa nos espectáculos da companhia do referido mestre, «Narthanalayam».
Paralelamente, desenvolve a sua carreira a solo, tendo dado inúmeros recitais por toda a Europa e pela Índia.Em 2001, funda a sua escola de dança «Amrita», em Bobigny, e realiza regularmente cursos e workshops em França, e Portugal. Em 2004, cria um espectáculo interactivopara o público jovem « Voyage à dos d’éléphant » (Viagem às costas de elefante) tendo por objectivo iniciar e sensibilizar as crianças à dança e à musica da Índia. Em 2006, Tarikavalli é habilitada pelo reitorado de Paris a trabalhar no meio escolar .

Sábado, Outubro 13, 2007

NOS REINOS DO SOL NASCENTE:celebrando o Solstício de Inverno


«Eu Sou a Beleza da Terra Verde e da Lua branca entre as estrelas
e os mistérios das águas, Eu peço que o teu espírito venha a mim! Pois Eu sou o espírito da Natureza que dá Vida ao Universo.
De mim emanam todas as coisas e para mim todas retornam.
Que a minha adoração esteja no coração que se rejubila! Pois vê, todos os actos de Amor e prazer são meus rituais. Que haja beleza e força, poder e compaixão, respeito e humildade, alegria e reverência no teu interior. E tu que procuras conhecer-Me, sabe que a tua busca e aspiração serão em vão, se não conheceres o mistério: porque se o que procuras não for encontrado no teu interior, jamais será encontrado fora de ti. Pois vê: Eu estou contigo desde o começo e Eu sou aquilo que é alcançado no fim do desejo.»
Exortação tradicional da Deusa Estelar

Íris e alunas
Convidados: Baltazar Molina e Helena Madeira

Teatro Ibérico
16 de Dezembro 16h e 21h


I PARTE:
Das Águas ao Fogo: o nascimento do Sol
- In (m)própria persona Baltazar Molina
- Perpétuo movimento
«Volto uma mão para o Céu e rodopio. Volto uma mão para a Terra e rodopio. O Céu gira sobre mim. A Terra gira sob mim. Deixo de ser eu e torno-me um desses átomos que giram em torno do vazio que é o todo.» Eric-Emmanuel Schmitt
Íris, Helena Madeira, Ágata, Andreia Ferreira, Clara Pinto, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Sandra Santos, Sofia Matinhos
- A Revelação da Luz
“Nós retirámos o teu véu; hoje a tua vista é penetrante”.
»Isso é Amor: voar para um Céu distante, fazer uma centena de véus cair a cada instante. Primeiro, deixara vida seguir o seu curso, e finalmente, dar um passo sem pés.» Rumi
Alexandra Corte-Real, Ana Caeiro, Carla Morais, Caroline Carp, Cíntia Matias, Emília Silva, Joana Lopes, Margarida Il Haam, Margarida Granado, Rosário Granado, Susana Luís, Teresa Tavares
- Cortando as trevas Cláudia Sequeira e Cristina Coelho
" Sair do escuro rumo ao desconhecido, procuramos rasgos de razão"
- A Pedra Vera Matos Mateus
Basta uma Pedra para uma vibração infinita
- Tout Feu, tout Femme Raphaelle Noden
Libertar a cólera para deixar nascer e florir a liberdade de Amar-se.
- Saudade Celeste Vaz
- Amor ao Fado Margarida Il Haam
O Fado, genuína expressão da Alma Lusitana, envolve e representa as emoções da nossa portugalidade: Margarida Il Haam, dançando "Variações em Ré" revisita as raízes Luso-Árabes do Fado entregando-se em movimento e alma aos sentimentos magistralmente traduzidos pelo grande guitarrista e compositor Mário Pacheco
- Celebrando a Vida Teresa Tavares
" A alegria do movimento nasceu com a essência da vida e ela existe em cada homem, só é preciso libertá-la e celebrá-la "
- Fertilidade: as águas da criação
O cântaro simboliza o vaso das águas, união da terra e da água e por isso fertilidade, ligando-se por isso ao útero e águas da criação, nascimento e origem, quer da mulher, quer das forças da terra Mãe e do cosmos. Quando utilizado em dança representa uma celebração da fertilidade e abundância, simples, profunda e alegre, como o são as mulheres camponesas do sul do Egipto.
Alexandra Corte-Real, Ana Caeiro, Ana Coelho, Ana Maria Sarmento, Ana Viegas, Ana Vidal, Carla Morais, Cíntia Matias, Clara Pinto, Cristiana, Denise Mesquita, Eileen O’Sullivan, Inês Parente, Joana Barata, Leonor Tenreiro, Maria Gandum, Mariana Silva, Margarida Il Haam, Margarida Granado, Raquel Rosa, Raquel Santos, Raquel Silva, Rita Serra, Rosário Granado, Sílvia Félix, Susana Lanceiro, Susana Luís, Susana Marques, Teresa Freitas, Teresa Tavares, Vanessa Ferreira, Vanessa Gonçalves, Vera Silva, Vitória Gonçalves
- Abundância: quando os ventres dançam
Íris, Ágata, Andreia Ferreira, Clara Pinto, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Mathilde Brouillard,
Miná Resende, Sandra Santos, Sofia Matinhos, Teresa Tavares
- Dança das Luas Joana Martins, Margarida Granado, Susana Luís
Dançamos inspiradas pela Jovem caçadora, selvagem e forte, pela Mãe, que nutre e fertiliza, pela Anciã, que protege e aconselha. A dança da Mulher é a dança da Vida, a dança das marés, a dança dos ciclos, a dança das Luas.
- Água Andreia Ferreira, Claudia Sequeira, Sofia Matinhos
"Pelos rios do teu corpo correm encantos de luz...no meu silêncio ouvi-los-ás..."
- Dar à Luz: o (re)nascimento do Sol Íris

INTERVALO

II PARTE:
O Fogo Criador- Siva Nataraj: dançando o bailarino cósmico
«O templo em que danço pode ser vaga ou fielmente reproduzido, pois eu sou o templo.
Todas as verdadeiras danças são sagradas na sua natureza e todas manifestam em seus gestos e posturas, a essência dos textos sagrados. Sempre se traduzem as três fases que correspondem aos divinos atributos de Vishnu, Brahma e Siva: criação, fecundidade, destruição…Por meio da destruição até à criação, pela incarnação. é isto que danço, é disto que trata a minha dança. »Mata Hari 1899
Om - louvamos senhor Siva, o senhor dos três olhos, que é fragante e que nutre profundamente todos os seres, possa ele libertar-nos da morte e conceder-nos a imortalidade do espírito clarividente assim como o pepino é libertado da sua polpa até chegar à essência das sementes
Ágata, Andreia Ferreira, Clara Pinto, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Karla Correia, Miná Resende, Sandra Freitas, Sandra Santos, Sofia Matinhos
- A Dança da Serpente Caroline Carp e Emília Silva
A serpente representa o despertar do nosso corpo e mente, é a consciência em cada um de nós. è a energia vital que vem do centro da terra passa pelo corpo e vai directo ao infinito, não começa e nunca acaba. A serpente ergue-se agora, com os silvos anunciando as obras, sedenta de injectar o seu mais letal veneno: a Arte
- O Olho de Rá Ágata
"Tefnet, Deusa do Sol, Deusa da Chuva. O sol que ilumina e seca, a chuva que inunda e nutre, o eterno ciclo de renovação que permanece."
- A Fénix Alexandra Corte-Real, Carla Morais, Cíntia Matias
Inicia-se um novo ciclo para a Fénix que, das suas próprias cinzas, renasce. Pássaro de Luz, resplandecente.
- Do Crepúsculo à Aurora Sandra Santos e Sílvia Félix
A delicadeza e a força fundem-se no Ser feminino
-O salto do sorriso Sofia Matinhos
Quando o Sol acordar, estarei escondida, atrás das últimas estrelas da noite, para lhe fazer cócegas. Eu sei que o Sol tem cócegas... confessou-mo num dia em que a espera pela Lua foi demasiado intensa.
- Mulher Cigana Andreia Ferreira e Celeste Vaz
“Mulher Cigana, Mulher misteriosa, tem na face um olhar brejeiro, sorriso aberto e gestos encantadores. Alegre, dança; triste, encanta, sem jamais chorar. Mulher cigana é uma estrela, que ninguém pode tocar.” Schyrlei Pinheiro
- Wilderness A chama selvagem, entregar-se ao êxtase
Ágata, Andreia Ferreira, Celeste Vaz, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Karla Correia,
Sandra Santos, Sofia Matinhos
- A Mulher Pássaro Íris
Um coração dilacerado é um coração aberto, um coração aberto tem asas e é infinito
- A Morte em Vida Helena Madeira dança “O Piano” Michael Nyman
- Ederlezi
Ederlezi é o festival cigano de S. Jorge, celebrado no princípio de Maio, trazendo a abundância da Primavera depois das agruras do Inverno. As sementes que a Luz crescente do Sol alimentou e a Terra nutriu, verdejando e frutificando. É o renascer da natureza, e a transformação do pousio em abundância, do frio em calor e luz. A palavra advem do nome de dois profetas Hizir e Ilyas que beberam as águas da imortalidade e cada 5 de Maio regressam para trazer vida à natureza. Hizir é o protector das plantas e dos carenciados, onde quer que vá, traz abundância. Ilyas é o protector das águas e animais, onde quer que vá, traz saúde.
Ágata, Andreia Ferreira, Celeste Vaz, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho,
Sandra Santos, Sofia Matinhos, Teresa Tavares
- A chama que devora
«Enche de tal maneira o meu coração de Amor que cada lágrima minha se transforme numa estrela.» Hazrat Inayat Khan
Íris, Ágata, Andreia Ferreira, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Karla Correia,
Mathilde Brouillard, Sandra Santos, Sofia Matinhos, Teresa Tavares
- Uma Questão de Amor Cristina Coelho
O regresso a casa num improviso de espontaneidade e descontracção
- Generosidade e gratidão
Amor em perpétuo movimento
Íris, Baltazar, Helena Madeira, Ágata, Andreia Ferreira, Clara Pinto, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Sandra Santos, Sofia Matinhos

«Que a eterna Luz do Sol te ilumine,
Que todo o Amor te envolva,
E a luz verdadeira, no teu interior,
Guie o teu caminho para casa.
Guie o teu caminho para casa…»
Bênção Sufi tradicional

DECORAÇÃO: Teresa Freitas, cenário; Ágape, artesanato Oriental

Canto de Al Mah: Retiro na Natureza, Mafra



Canto de Al Mah
Dançando com La Loba
Eco-Retiro na natureza, Mafra
1 a 4 Novembro
Yoga e Dança Oriental, Iris
Flamenco, Rosário Peinado
A voz do Corpo, Helena Madeira
Alimentação Natural, Sara Carvalho


Dançando o que está de partida, ciclos vida-morte-vida
Dizem que há uma velha muito velha, mas sem idade ou tempo, que percorre o deserto…Que vagueia nos leitos secos nos rios….Que é desgrenhada…Uiva com os Lobos…Crocita com os corvos…Sibila com as serpentes…Dizem que o que respira é vento… Que a sua pele é velha como os caminhos do mundo e cada ruga uma estrada…Que viaja sempre, e Ama a noite, e o dia e o firmamento…E o bater do coração é o seu tambor…E que ouve cantar a terra e bebe o fogo das estrelas…Ela recolhe trapos… Galhos secos…Ossos perdidos de lobos…Recolhe o sopro já esquecido…Depois, junta o esqueleto…Canta para ele… Dança para ele…Os ossos vão ouvindo a voz…Forram-se de carne… Vão ouvindo a voz, eriçando a desgrenhada cauda… Ouvindo a voz, regressando á vida…Depois, o Lobo ergue-se e uiva e corre! … Ouvindo a voz… Transforma-se numa mulher jovem e livre, lá longe, onde o Sol e a Lua nascem e se amam…E é dela a fecundidade regeneradora e a força espiral das águas…
Inspirando-nos no conto tradicional de La Loba, da sua interpretação por Clarissa Pinkola Estes (autor a de Mulheres que correm com os Lobos), do arquétipo da osseira, e da fase do ano, Samhain, antigo fim de ano e dia dos idos, dançaremos a partida e a transformação.
Fechando velhos ciclos e iniciando novos, transformando a experiencia em libertação, emoção, sabedoria, dando-lhe voz, corpo, sentido...
Cada dia exploraremos quatro técnicas específicas:Yoga,Flamenco, Dança Oriental, A voz do Corpo, entrecruzando meditação, expressão criativa e improvisação nesta viagem, bem como a fusão destas
formas de expressão artística. Observaremos o poder curativo e regenarador da alimentação, as qualidades de cada ingrediente, os seus efeitos no nosso corpo e bio-ritmo, e as tradições associadas. As refeições serão confeccionadas com os ingredientes da época.

“Nas concepções míticas arcaicas, existem épocas do ano em que se abre o “mundus”e as energias do caos são libertadas. Benéficas ou maléficas, estas eclodem, então, num frenesim de dominância, povoando àguas, terras e ares! São tempos em que ocorrem cortes temporais, em que se assiste, não só à cessação efectiva de um intervalo de tempo e ao início de outro como, igualmente, à abolição do ano e do tempo decorridos.”
“Nos Antigos cultos naturalistas (...) o Inverno configurava a noite tal como o Verão configurava o dia. Como a noite, este era indentificado com a morte, que na morte da natureza exprimia o seu carácter niilista.
“A morte, como o Inverno, símbolo da degeneração, expulsava-se cerimonialmente ou dava origem a combates rituais entre o verão e o inverno, no grande drama cósmico todos os dias renovado. As suas personificações populares assumiam a forma de efigies ou homens transvertidos, representando “velhos”, “velhas”, “entrudos” e “caretos”, que nesta altura eram perseguidos, expulsos, enterrados, queimados ou afogado, após terem dominado transitoriamente, durante algum tempo.”
Aurélio Lopes ( Antropólogo),in A Face do Caos, 2000.

Nesta época do ano preparamo-nos para a chegada do Inverno, descemos como as sábias rãs ao fundo do Lago e, aconchegadas, regeneramos junto do Lodo, a nossa pele. Como se morrêssemos, e fazendo parte do ciclo, nos preparassemos para renascer .“Queimamos os entrudos”, conceitos já desadequados à nossa Essência e sim, estamos prontas para renascer.
Na primeira partilha realizada no Retiro de Sevilha em Abril, demos o primeiro passo na descoberta da Voz que nos habita. Neste segundo encontro recuperaremos a Voz Interior enquanto elemento integrante e catalizador do processo de regeneração. Depois da Luz Solar do Verão, recolhemos para morrer, e recuperar a profundidade de nós mesmas.
Partindo dos processos individuais de cada pessoa, mergulharemos, na Consciência do Corpo, na sua Anatomia, na respiração meditativa para mais profundamente sermos!


Dança Oriental, Iris
Este trabalho é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia. Sendo uma dança milenar, atravessou diversos povos, desde civilizações pré-clássicas até aos povo Árabe. Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa, bem como uma dança preparatória para o parto, e uma simples celebração da vida quotidiana. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.


A Voz do corpo, uma partilha com Helena Madeira
“As canções são pensamentos cantados pela respiração quando as pessoas são movidas por grandes forças para as quais já não basta a fala comum.” Orpingalik, xamã e poeta do povo Inuit de Netsilingmiu, 1923. Encontro entre a consciência corporal, a meditação, a respiração e a voz. O conhecimento da Voz como um instrumento orgânico integrando apesquisa da anatomia e do funcionamento do corpo, através de exercícios que permitam consciencializar, mas sobretudo sentir este instrumento.A Voz do Corpo destina-se a quem queira escutar o corpo e quem, através dele, se queira exprimir e não a quem queira aprender a cantar. A expressão vocal livre, sensorial nasce naturalmente de um processo centrado na respiração e no respeito do corpo.


Flamenco, Rosário Peinado
Um trabalho onde se combinam elementos que remetem para o mais interior e genuíno do ser humano, por um lado, e para o despertar e aperfeiçoamento das suas capacidades intrínsecas, por outro.O resultado é um movimento puro e sensual, completo, surpreendente e inovador.Fogo, terra, ar, água, dançam num círculo eterno de palavras, frases, sentimentos e emoções.


Alimentação Natural, Sara Carvalho Recuperar, preservar e estimular o bem-estar.Alimentar é o acto de nutrir o corpo, de cuidar e festejar a vida mas deve ser adequado a cada momento, pessoa e situação. Pesquizo a alimentação consciente há mais de dez anos com influência das tradições orientais desenvolvendo o aconselhamento alimentar no sentido de abrir horizontes mais conscientes, saborosos e saudáveis.

Condições:
1 a 4 de Novembro : quinta a domingo
Programa:
Chegada: quarta ao fim do dia, 20h00 (para jantar)
Partida: domingo, a partir das 16h00
Valor:
Retiro (alimentação completa incluída): 255€
Estadia: 140€
Retiro sem estadia (com alimentação completa): 275€
Grupos de 5 pessoas: 10% de desconto Possibilidade de parcelar o pagamento em fracções a definir, contacte-nos! Reserva obrigatória até dia 15 Outubro, após esta data acréscimo de 10%.
Vagas limitadas!
Local: 4Ventos http://www.4ventos.org/ Casal de São Pedro, Sobral da Abelheira, MAFRA
Informações/ Inscrições:
Iris 96 514 39 73
iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt

Acerca das Orientadoras:
Rosário Peinado Para além da sua formação em Dança Clássica, Teatro, Dança Contemporânea e Música, Rosário Peinado especializa-se em Flamenco com Mario Maya, Manolo Marín, Fernanda Romero, Concha Vargas e Andrés Marín, entre outros. A nível de desenvolvimento pessoal, estuda Xamanismo Solar, Ioga, Taichi, Diafroterapia, Movimento Harmónico e Danças do Mundo.A sua carreira caracteriza-se pelo cruzamento e fusão de todas estas disciplinas. Uma abertura que lhe tem permitido desenvolver um trabalho onde se combinam elementos que remetem para o mais interior e genuíno do ser humano, por um lado, e para o despertar e aperfeiçoamento das suas capacidades intrínsecas, por outro. Entre outros, integrou a Companhia de Mario Maya com “El Amor Brujo” de Manuel de Falla; trabalhou na Need Company, sob a direcção de Jan Lauwers;no espectáculo “Bodas de Sangre”, de García Lorcae com o seu próprio grupo flamenco, apresentando o espectáculo “Luna Flamenca”.Actuou em Espanha, França, Itália, Bélgica, Grã Bretanha, Holanda, Alemanha, Áustria, Marrocos, E.U.A e Colômbia.

Íris Para além da sua formação em teatro, literatura, Dança Contemporânea e Moderna, Íris encontra na Dança Oriental a sua forma Orgânica de expressão. O seu trabalho compreende uma pesquisa pessoal profunda que abrange Dança Clássica Egípcia, Danças tradicionais folclóricas e rituais do Médio Oriente, danças ciganas do mundo, Flamenco, Dança Indiana, Yoga, Meditações estáticas e dinâmicas e Dança Contemporânea.A sua formação passou por mestres como Shokry Mohamed, Myriam Szabo e Farida Fahmy, que inspiraram uma profunda aprendizagem simultaneamente ao nível técnico e humano. Dançou com Myriam szabo e as Salamantra, acompanhou os grupos «Les Aminches» (França), «Ciganos d’Ouro» (Portugal), entre outros . Participa, e produz o espectáculo «Danças de Negro» com Paula Lena (Argentina). Participa nos espectáculos de Hossam Ramzy, Jillina e Sharon Kihara (Bellydance Superstars), em Lisboa.Actualmente colabora com o percussionista Baltazar Molina (Dazkarieh).Iris lecciona e estuda Hatha Yoga, tendo sido fromada como Yoga Siromani pela Internacional Sivananda Yoga Vedanta Centers, na Áustria. Tem também formação em Massagem Ayurvédica, Thai Yoga massage e é Doula. Desenvolve um trabalho de pesquisa de movimento pessoal, baseado na integração de arquétipos mitológicos ancestrais na expressividade da Dança, e no interno espaço sagrado que a dança proporciona. Uma força espiral, girando, simultaneamente, para o interior e para o exterior. Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Helena Madeira O seu percurso como ser humano contempla dez anos de dança (moderna, contemporânea, africana e, recentemente de uma forma mais aprofundada, a dança oriental); trabalhos intensos em pesquisa teatral; Estudo da Voz enquanto instrumento orgânico e colaboração em projectos de intervenção social onde procura desde sempre uma abordagem elástica com várias vertentes artísticas que, sirvam os objectivos sociais do indivíduo/criança.Destaca os encontros com Sofia Neuparth e Howard Sonenklar na pesquisa do Movimento e no estudo do Corpo; Fernando Nogueira e António Feio no trabalho teatral; Fernando Serafim na Voz e Chullage na intervenção Social. Actualmente, colabora como cantora em vários projectos musicais, estando também a preparar um espectáculo performativo que atravessa diversas áreas de expressão na análise da temática do “Ritual” mas também, a trabalhar repertório tradicional português.Do ponto de vista académico é licenciada em Antropologia e em Língua e Literatura Italiana.

Sara Carvalho Sara estuda alimentação consciente há mais de dez anos. Para além de cozinhar, é terapeuta de massagem Ayurvédica e Thai Yoga, entre outras, e Doula.Dedica-se também à prática profissional de Danças Africanas tribais, fazendo parte do grupo Djamboonda.

Abordagem à Darbuka: Workshop de percussão com Baltazar Molina, 2 Dezembro



Abordagem à Darbuka:
Workshop de percussão com Baltazar Molina
2 Dezembro

Workshop em nível aberto, de preparação da temporada ‘Abordagem à Darbuka’,
a decorrer de Jan a Jul de 2008

- contacto com os interessados
- apresentação do programa
- avaliação de nível pessoal
*visando o aconselhamento para rendimento máximo da aprendizagem

‘Abordagem à Darbuka’

Esta temporada de sete meses, tem como objectivo o desenvolvimento da capacidade de comunicação através da percussão, e neste caso específico, da Darbuka. Para tal, serão utilizadas determinadas noções, exercícios e ritmos – tendo em conta o nível em questão - que servem de trampolim para diferentes abordagens à técnica do instrumento, bem como de expressão pessoal.

Condições:
Nota: trazer Darbuka. Outros instrumentos, só após cuidada avaliação.
Valor: 30€
Horários: 15h – 18h
Local: Local:CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais
Info/Inscrições:
Baltazar: 963 327 095 baltazar9@gmail.com


Baltazar Molina iniciou os seus estudos musicais em 1996, em guitarra clássica, tendo em 1998 descoberto a Darbuka, uma percussão cilíndrica usada em países como o Egipto, Turquia, Tunisia, Argélia, Marrocos, Grécia e algumas regiões dos Balkans. A Darbuka tornou-se desde então o seu principal instrumento, juntamente com uma profunda paixão pelo «modo Egípcio» de sentir a música Árabe. Este modo veio, na verdade, ajudar a desenvolver o seu próprio sentido de expressão de sentimentos através da música. Desde então, muitos foram os encontros com diversas e ricas pessoas e situações que o ajudaram a manter viva e luminosa a chama da paixão, num sempre crescente processo evolutivo; pessoas como Iris, Shokry Mohamed, Myriam Szabo, Atef Mitkal Kenawy, David Lacerda e Ricardo Passos; e diversos projectos musicais como Dazkarieh, Orquestrinha do Terror, Siddhartha, Les Aminches, Ensemble de Musica Árabe do Porto, Ensemble Moçarabe, Baruk Trio, Monte Lunai, Rosa Negra, entre outros.
Outros instrumentos que o acompanham nesta viagem expressiva: Tar, Riqq, Cajon, guitarras e pedais de efeitos.

A Guerreira: trabalho de espada, técnica Oriental e coreografia




A Guerreira: trabalho de espada e técnica Oriental, coreografia
nível intermédio/Avançado
com Iris
Formações Intensivas:

Formação nível I: 1 a 7 de Dezembro
Formação nível II: 9 a 15 Dezembro
Destina-se a alunas que tenham frequentado a formação intensiva de espada nível I(em Julho, ou Dezembro;a frequência requer aconselhamento da orientadora)

A Guerreira é a que abre o caminho. Desbravando o desconhecido, a sua luta é trazer luz à obscuridade. Buscando o perfeito equilíbrio das emoções, tornando o gesto ágil, a percepção clarividente, de encontro ao corpo flexível, forte, intuitivo e perspicaz da caçadora.
Inspirando-nos no arquétipo de Artémis, cujo nome significa Fonte de água pura e a que dança o Vento, senhora dos bosques e grande parteira, e de sua irmã Atena, a sábia guerreira artesã, incorporaremos os aspectos da guerreira, da caçadora. A sua intuição selvagem e clarividente, transformando-se em pleno equilíbrio e profunda força.
Atravessaremos o arquétipo da Deusa Guerreira , centrando-nos nas mitologias pré-cristãs e pré-muçulmanas. Da Grécia Helénica e pré-helénica, Artémis, Atena; da Anatólia as divindades Amazonas; da Suméria Isthar: do Egipto Isis-Neith e Sekmeth; da India, Kali; da Irlanda Morrighan; da Bretanha Brigid...

Trabalharemos técnica Oriental de espada, ondulações combinadas, vibrações em equilíbrio, trabalho de chão, exercícios de flexibilidade, respiração (pranayama), força e equilíbrio, posturas de Yoga adaptadas para a técnica de espada, giro Sufi bem como auto-massagem e princípios ayurvédicos de trabalho do corpo.No nível II, trabalharemos coreografia, e práticas avançadas de movimento.

Material necessário: Espada, lenço para a cabeça, calças justas e confortáveis, tapete de Yoga, bloco de notas

Condições:
Horários:

Fim de semana: 10h00 às 13h00
Semana: 10h00 às 12h30
Carga horária total, por nível: 18horas
Valor:
Alunas Aiga e CDO: um nível: 90€ dois níveis:145€
somente fim de semana: um nível:35€ dois níveis:60€
Restantes alunas: um nível:125€ dois níveis: 180€
Somente fim de semana: um nível: 45€ Dois níveis: 70€
Grupos de 5 pessoas: 10% de desconto
Possibilidade de parcelar o pagamento em 2 vezes.
Após 27 Novembro: acréscimo de 10%
Vagas limitadas ao máximo de 17 participantes!
Local:CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais

Info/ Inscrições:
Íris: 96 514 39 73
iris.aiga@tele2.pt aiga@sapo.pt

A Guerreira: espada e técnica Oriental, Iris




Amsterdão, Holanda
8 e 9 Março

Condições a publicar brevemente!

Quarta-feira, Julho 18, 2007

A Guerreira: trabalho de espada e técnica Oriental

A Guerreira: trabalho de espada e técnica Oriental
nível intermédio/Avançado
com Iris
Formação Intensiva 9 a 20 Julho

A Guerreira é a que abre o caminho. Desbravando o desconhecido, a sua luta é trazer luz à obscuridade. Buscando o perfeito equilíbrio das emoções, tornando o gesto ágil, a percepção clarividente, de encontro ao corpo flexível, forte, intuitivo e perspicaz da caçadora.
Inspirando-nos no arquétipo de Artémis, cujo nome significa Fonte de água pura e a que dança o Vento, senhora dos bosques e grande parteira, e de sua irmã Atena, a sábia guerreira artesã, incorporaremos os aspectos da guerreira, da caçadora. A sua intuição selvagem e clarividente, transformando-se em pleno equilíbrio e profunda força.
Atravessaremos o arquétipo da Deusa Guerreira , centrando-nos nas mitologias pré-cristãs e pré-muçulmanas. Da Grécia Helénica e pré-helénica, Artémis, Atena; da Anatólia as divindades Amazonas; da Suméria Isthar: do Egipto Isis-Neith e Sekmeth; da India, Kali; da Irlanda Morrighan; da Bretanha Brigid...
Trabalharemos técnica Oriental de espada, ondulações combinadas, vibrações em equilíbrio, trabalho de chão, exercícios de flexibilidade, respiração (pranayama), força e equilíbrio, posturas de Yoga adaptadas para a técnica de espada, giro Sufi bem como auto-massagem e princípios ayurvédicos de trabalho do corpo.
Material necessário: Espada, lenço para a cabeça, calças justas e confortáveis, tapete de Yoga, bloco de notas
Horários:10h00 às 12h30
Carga horária total: 25 horas
Valor:
Alunas Aiga e CDO: 120€
Restantes alunas: 160€
Grupos de 5 pessoas: 10% de desconto
Possibilidade de parcelar o pagamento em 2 vezes.
Após 5 Julho: acréscimo de 10%
Vagas limitadas ao máximo de 17 participantes!
Local:CDO, Palácio Ribamar, Algés
Eléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais

Info/ Inscrições:
Íris: 96 514 39 73

Quarta-feira, Maio 30, 2007

Alquimia: espectáculo de encerramento ano-lectivo 2006/2007, Teatro Ibérico


Alquimia, celebrando o Solstício
24 de Junho, Teatro Ibérico
Espectáculo de encerramento do ano-lectivo das alunas de Iris, Dança Oriental 2006/2007
Participações especiais: Baltazar Molina (percussão), Helena Madeira (voz)
Sessão da Tarde: 16h
Sessão da noite: 21h
Info/ Reservas:
Bilhete: 5€
Iris 96 514 39 73
Onde fica: Rua da Manutenção, junto à Igreja da Madredeus, Xabregas (depois de Santa Apolónia, seguir pela Marginal)
Dança Oriental
Mostra de trabalhos 2006/2007 Íris e alunas
O Solstício de Verão celebra o apogeu solar. O ponto em que a luz é mais intensa, mais brilhante, as colheitas mais abundantes, o tempo mais quente. Simultaneamente, é o fim de um ciclo, e início de outro. O Sol inicia o seu declínio, para dar lugar à noite, que de novo o dará à luz a partir do Solstício de Inverno.
O solstício anuncia a transformação pelo fogo, pela Luz.
Assim, na nossa caminhada ao longo deste ano lectivo, este é o apogeu, e simultaneamente o fim e o recomeço de um ciclo renovado. A alquimia de fogo que a dança nos inspira, transformando-nos em mulheres mais plenas e luminosas, harmonizando o nosso movimento.
Programa:
Primeira parte:

Iniciação
- Chegada ao templo
Iris, Rosário Baeta
- As portadoras da Luz
Ana Viegas, Leonor Tenreiro, Ana Vidal, Ângela Mendes, Carla Morais, Catarina Morato, Cíntia Matias, Filipa garrido, Eileen O’Sullivan, Alexandra Fernandes, Maria D’Aires, Teresa Freitas, Manuela Vaz, Margarida Neelan, Teresa Tavares, Emília Silva, Joana Martins, Susana Luís, Margarida Rodrigues, Lydia Brosnan
- A oferenda Andreia Ferreira, Sofia Matinhos, Sílvia Félix, Ágata, Sandra Santos, Celeste Vaz
- Desvelar idem
- Corpo de Pétala
Margarida Machado, Margarida Neelan, Margarida Baeta, Margarida Rodrigues, Joana Martins, Teresa Tavares, Susana Luís, Emília Silva
Caminho:
- As águas
"NUN, a deusa das águas negras do caos, do qual todo o mundo foi criado" Celeste Vaz, Sandra Santos
- A Força da Guerreira
«No coração da guerreira mora a lei da Verdade. A sua luta é travada consigo mesma, dentro de si própria. A chama que arde no seu peito incita-a à busca do caminho da Luz e a chama ardente na sua mente acalenta-a e diz-lhe que é aqui que se processa a Alquimia.» Margarida Baeta
- O Ventre
«Um Ventre dançado é brilhante. É o olhar total. Um poço de memórias…»
Texto: Luís Sarmento Dança: Teresa Tavares
- Numa noite de Lua Nova, o Cavalo cinzento dançou… Helena Madeira
- A Dança do Ventre: Espiral de Eterno Movimento
«De teu ventre, oh Mãe, a barca desponta na aurora da vida, como o Sol na manhã do primeiro dia…»
Texto: Rosário Baeta Dança: Iris

Segunda parte:
Celebração
- Alma Dança Oriental Tradicional, Iris e Baltazar
- Enta Omri Dança Oriental Clássica
«Com a tua Luz, a aurora do meu ser começou…»
Andreia Ferreira, Ágata, Clara Pinto, Sofia Matinhos, Sílvia Félix, Claudia Sequeira, Sandra Santos
- Facce Fusão Oriental
«São os rostos das pessoas os rostos de todas estas pessoas parentes afastados desconhecidos esquecidos...Irmãos...» Ana Viegas, Leonor Tenreiro, Ana Vidal, Ângela Mendes, Carla Morais, Catarina Morato, Cíntia Matias, Filipa Garrido, Eilleen O’Sullivan, Alexandra Fernandes, Maria D’Aires, Teresa Freitas, Manuela Vaz, ,Emília Silva, Joana Martins, Susana Luís, Margarida Machado, Ana Maria Sarmento, Maria Ramos, Clara Pinto, Susana Bezerra, Sofia Machado, Inês Falcão, Clara Simões, Lydia Brosnan
- Amadurecer Dança Oriental Popular
«Existir é mudar, mudar é amadurecer, e amadurecer é continuar a recriar-se a si mesmo, constantemente.» Andreia Ferreira, Ágata
- A Cor Fusão Oriental/Cigana livre
«... amarelo, verde, amarelo, verde, vermelho, azul, laranja, roxo, amarelo, turquesa, verde, amarelo, rosa, laranja, laranja, roxo, verde, amarelo, azul...Que o rir exista na sua plena liberdade.»
Sílvia Felix, Sofia Matinhos
-Dançando em Rosa Fusão Oriental/ Cigana
Cláudia Sequeira
- A Caravana Fusão Oriental/Cigana
Margarida Machado, Margarida Baeta, Margarida Rodrigues, Joana Martins, Teresa Tavares, Susana Luís, Ágata, Sofia Matinhos, Sandra Santos,Emília Silva, Sílvia Félix, Cláudia Sequeira, Margarida Neelan
- Wilderness Fusão Ciftitelli/Cigana
Íris, Ágata, Claudia Sequeira, Sandra Santos, Sofia Matinhos
- Solstício: celebrando a Luz Ciftitelli Iris
- Nuba Interpretação criativa da Dança tradicional Nuba, homenagem aos Pássaros
Andreia Ferreira, Ágata, Clara Pinto, Sofia Matinhos, Sílvia Felix, Sandra Santos, Celeste Vaz
- Balady
Balady significa da minha terra, de meu país, oriundo de, Balady é a dança tradicional do Egipto,. improvisada, sentida , celebrada, partilhada! Todas e todos!
Cenários:
Panos: ideia original e instalação de Teresa Freitas, a partir de um exercício de interpretação musical para a coreografia Facce proposto por Íris, concepção de todas
Decoração: Todas
Agradecimentos:
Íris agradece a Baltazar, por existir, a Helena, por inspirar, a Xav, por ser e abrir as portas da percepção, a Rosário e Margarida por serem a família da alma, e cujo auxilio precioso possibilitou esta espectáculo ; a Aisha pelo regresso a casa, a Cristina por semear, à Família pela loucura e Carinho, à Mirita por estar aqui. Aos meus mestres, sobretudo Shokry, por Tudo. Ao Teatro Ibérico por ser um templo e pala gentileza. A todas as Maravilhosas Mulheres presentes pela a única e luminosa essência de cada uma, pela confiança, tempo e carinho dedicados à Dança e à minha orientação da mesma, e, sobretudo, por tudo o que me permitem aprender, em todos os sentidos, a cada gesto! A todas as alunas passadas, presentes e futuras. Aos caminhos desvendados e misteriosos, aos astros, à terra e ao sangue que dança! À Mãe e sua força eterna e fértil. Ao Infinito condensado num só grito…

Dançando o Mundo que nos Dança: oficina intensiva de Danças do Mundo

DANÇAS DO MUNDO
Dançando o Mundo que nos Dança
Oficina Intensiva 2 a 6 de Julho

África Central e Brasil
Dança Afro do Primitivo ao Contemporâneo
Tathiana Lobo

Europa de Leste e Balkans
Gipsy Duende: Danças Ciganas
Mónica Roncon

Médio Oriente e Norte de África
Dança Oriental Tradicional e Clássica
Iris


Dança Oriental e folclore doMédio Oriente e Norte de África Iris

A dança Oriental é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia.
Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa,
sendo uma prática preparatória para os diferentes ciclos hormonais da mulher e para o parto. Uma simples celebração da natureza, dos elementos e da vida quotidiana.
É uma das mais ancestrais formas de expressão corporal do ser humano. Inspirada na observação da natureza, foi desde Dança Sagrada, a Dança Popular, atravessou os povos tribais do Egipto, Mesopotâmia, Síria, babilónia, suméria, Trácia, Grécia, até ao mundo Árabe e Otomano, a Dança Oriental atravessou povos e gerações, e, sobretudo, mulheres de todas as idades e condições.
A Dança acontece nas cozinhas, nos desertos, nas tendas, nos caminhos, nos campos de cultivo, nos casamentos, nas celebrações, nos partos, e na simplicidade de uma qualquer ocasião espontânea. Evoca gestos sagrados e quotidianos com a mesma plenitude, permitindo-nos transformar a dificuldade em serenidade e ser, plenamente, no momento! Inspirando-se do vento,dos pássaros, dos cavalos, da emoção pura,da Natureza e seu movimento traduzido em corpo. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante.´
Aliando a Dança e cultura Orientais a conceitos de Yoga, Pranayama, Ayurveda e massagem, para sublimar a consciência a partir da sensação. Resgatando o sagrado feminino e a expressão essencial e orgânica de cada mulher através de culturas de movimento, melodia e simbolismos ancestrais.
Trabalharemos danças tradicionais do Egipto (Nuba, Hagalla, Balady, Saidi), folclore berbere e beduíno, dançaremos no ondular suave e firme dos países do Sol nascente.
Poesia de vento e pele, inspiração de Luar…

Gipsy Duende
Danças Ciganas e fusão da Europa de Leste e Balkans
Mónica Roncon Este workshop terá uma forte componente lúdica e libertadora.
Entregar-nos-emos ao contagiante ritmo da música cigana da Roménia, Hungria, Rússia e Balcãs, aos apaixonantes gemidos dos seus violinos e à magia das suas vozes… despertando o nosso ritmo intrínseco, brincando com as nossas mãos, celebrando a nossa feminidade, agitando o vento com as nossas saias, soltando do nosso peito a alegria e a melancolia…
Com espontaneidade e simplicidade, dançaremos as nossas emoções e sentimentos, arejando o nosso corpo e alma, qual uma janela aberta numa manhã fresca…
«Um homem que não souber, uma vez ou outra, sair de si próprio, é tão lamentável como um prisioneiro num calabouço». Alexandre Vassiliévitch

Apaixonada pelos ritmos, a riqueza e as danças do povo rom, Mónica propõe um ensino da dança que associa técnica e criatividade, rigor e espontaneidade, apelando também à investigação pessoal.
Este atelier tem, assim, um conteúdo etnográfico, com uma abordagem histórica e cultural do povo rom, das suas músicas, danças e trajes, bem como prático, estudando-se a técnica dos principais estilos que poderemos encontrar na Europa Central e nos Balcãs. http://www.madrugada-cigana.com/


Dança Afro do Primitivo ao Contemporâneo
África Central e Brasil
Tathiana Lobo
Nesta oficina vamos buscar o ponto de encontro entre o movimento afro primitivo e o movimento contemporâneo. O tema condutor é a dança afro que caracteriza-se pelos seus movimentos primitivos e guerreiros, movimentos imitativos dos animais e da força do elemento (terra, água, fogo, ar), mesclada a outras linguagens como a consciência do movimento, a composição coreográfica e o movimento contemporâneo. Trabalharemos também a postura no tempo e no espaço, as acções das forças da gravidade, percepção rítmica, coordenação motora.Pretendemos dessa forma executar uma releitura da dança, sem entretanto, descaracterizar as matrizes corporais do movimento.


Vamos Dançar! Fazer do corpo um instrumento de significação das infinitas possibilidades que os movimentos corporais proporcionam e actuam como veículo de multiplicação de referências culturais.


Horários:
Dança Oriental:
10h às 12h
Gipsy Duende: 12h às 14h00 (de segunda a quinta)
Dança Afro: 17h00 às 19h00

Local: CDO, Palácio Ribamar, AlgésEléctrico 15, comboio desde Cais do Sodré e Cascais

Valor:
1 disciplina: 50€ 2 disciplinas: 90€
3 disciplinas: 120€
Alunos Aiga, CDO e grupos de 5 pessoas: 10% desconto
Após 25 Junho: acréscimo de 10%Possibilidade de parcelar o pagamento em até 3 vezes. Contacte-nos!

Material Necessário:
Dança Oriental: roupa confortável de preferência top e calças justas, de algodão, lenço para a anca
Dança Cigana: saia rodada e xaile muito amplos, calças justas algodão
Dança Afro: roupa fresca e confortável

Informações/Inscrições:
Íris 965 143 973
iris.aiga@sapo.pt aiga@sapo.pt